Mostrando postagens com marcador Série As Sete Irmãs. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Série As Sete Irmãs. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

#Resenha: A Irmã da Lua, Lucinda Riley (Série As Sete Irmãs #5)

Oii, gente, tudo bem?
Hoje tem resenha de uma das minhas autoras prefês!
Confira!

A Irmã da Lua é o quinto volume da série As Sete Irmãs, da autora irlandesa Lucinda Riley. A série conta em cada livro a história de uma das seis irmãs, e podem ser lidos separadamente, sem ser na ordem de publicação. Até agora foram lançados cinco volumes, e sim, teremos sete, mesmo que a sétima irmã não tendo sido encontrada.

A Série As Sete Irmãs nos apresenta a família D'Aplièse e cada livro é narrado por uma irmã. Essa família mora na Suíça e é formada por seis irmãs adotivas, cada uma adotada de um país diferente por Pa Salt, um homem riquíssimo e muito misterioso, que as amava demais e fez de tudo pelas meninas. E deu para cada uma um nome das sete estrelas da constelação das sete irmãs, as Plêiades. Mas ele nunca adotou a sétima irmã (Mérope). Em A Irmã da Lua, conhecemos a quinta irmã, Tiggy, uma moça muito centrada, bondosa e que adora animais. Ela trabalha com zoologia e está na Escócia para começar um novo trabalho com gatos selvagens, seu patrão Charlie é encantador e muito meigo, mexendo com ela, porém casado.

Chegando lá, Tiggy logo faz amizade com os outros funcionários, principalmente o Cal, que é muito divertido, e Chilly, um velho cigano que mora na propriedade, embora não seja bem explicado o trabalho que ele teve por lá, como chegou, etc.

Chilly é espanhol e tem tipo um dom, que ele sabe coisas sobre você ao te tocar. Quando Tiggy vai levar o almoço dele, ele lhe diz que já sabia que um dia a encontraria e a levaria de volta para sua casa, na Espanha, para Angelina sua avó.
Além de explicar que Tiggy tem um dom, tipo o dele e também de cura.

Após algumas coisas estranhas e violentas aconteceram na propriedade, Tiggy deixa o trabalho e vai para Granada, na Espanha, em busca de respostas sobre sua origem.

Na narrativa do passado conhecemos María, uma jovem que amava dançar, mas acaba se apaixonando e engravidando de José, um grande violeiro, porém, que a trai e a deixa numa vida de miséria.
María é muito sofrida. Com vários filhos e só uma menininha, Lucía, ela segue tentando sustentá-los, além de serem supermal tratados por serem ciganos.
Lucía começa a dançar e ganhar dinheiro com o pai, enquanto María permanece na pobreza sofrendo horrores em nome dos outros filhos...

Depois a narrativa passa para Lucía, que se torna uma dançaria conhecida em vários países, todavia, como toda criança que começa desde cedo a trabalhar, ela não teve um apoio psicológico, ficou longe da mãe e se torna uma mulher chata, arrogante e sem juízo algum.

As cenas delas foram de dar dó. Guerra, pobrezas, preconceitos, diversas perdas... foram difíceis de ler. Esse volume e o quarto da série, A Irmã da Pérola mostram muitos tipos de preconceitos com diversas origens e etnias e foi de cortar meu core ao ler isso.

Porém, me apeguei mais ao passado do que a narrativa do presente com a Tiggy.
A Tiggy é uma alma boa por inteira. Maravilhosa. Mas muito sonsa, meu Deus!!!!
Não teve grandes dramas, nem desenvolvimentos na história dela. Ao contrário, ao invés dela crescer como as outras irmãs, ela só ficou lá, paradona. E outra, o livro termina deixando vários furos sobre os dons dela e outras coisas beeeem estranhas que ela sofreu. E o romance foi mais sem química que Harry e Gina. kkkkk

O que me ganhou no final foi a aparição de Ally, do volume #2, A Irmã da Tempestade, gente, que surpresa com ela! Amei!

Enfim, esse foi o livro que menos gostei da Lucinda. Faltou desenvolvimento e ação para a Tiggy. Faltou emoção, a meu ver. Embora mesmo assim tenha sido delicioso de ler, como todos da Lucinda (nem puxo saco dela, né kkkk).

Foi uma leitura leve, boa, mas poderia sido melhor, ter tido mais aventuras e emoções com a Tiggy.

E pra quem está ansiosa/o assim como eu para o sexto volume da série, A Irmã do Sol já foi publicado no Reino Unido e em alguns outros países! Pero, está muito caro, então serei obrigada a esperar chegar ao Brasil, ano que vem, segundo a editora Arqueiro. Espero que seja em janeiro sem falta! E segunda passada a editora lançou A Sala das Borboletas inédito da Lucinda! Ainda não comprei, mas estou aceitando-o de natal quem quiser me dar deixo claro que aceito! kkkkk

* Leia também as demais resenhas dos livros da Lucinda Riley já publicados aqui no blog:

Beijinhos,
Ana M.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

#Resenha: A Irmã da Pérola, Lucinda Riley (Série As Sete Irmãs #4)

Oi, gente, tudo bem?
Vamos pra segunda resenha do dia, um livro muito aguardado por mim!
Confira!

A Irmã da Pérola é o quarto volume da série As Sete Irmãs, da autora irlandesa Lucinda Riley. A série conta em cada livro a história de uma das seis irmãs, e podem ser lidos separadamente, sem ser na ordem de publicação. Até agora foram lançados cinco volumes, e sim, teremos sete, mesmo que a sétima irmã não tendo sido encontrada.

A Série As Sete Irmãs nos apresenta a família D'Aplièse e cada livro é narrado por uma irmã. Essa família mora na Suíça e é formada por seis irmãs adotivas, cada uma adotada de um país diferente por Pa Salt, um homem riquíssimo e muito misterioso, que as amava demais e fez de tudo pelas meninas. E deu para cada uma um nome das sete estrelas da constelação das sete irmãs, as Plêiades. Mas ele nunca adotou a sétima irmã (Mérope). Em A Irmã da Pérola conhecemos a quarta filha, Ceci, uma artista formidável. Ceci adora pintar, porém, acaba de trancar a faculdade de Artes em Londres, por não se sentir adequada às técnicas de aprendizado que seus profes vêm ensinando. 

Bom, sem ser spoiler, mas os livros dessa série já começam com a morte de Pa Salt e a esfera armilar com as coordenadas geográficas para suas filhas descobrirem seu local de nascimento, com uma carta para cada uma e um suvenir que tem relação com sua família biológica, assim, deixando nas mãos delas se querem ou não descobrir sobre seu passado.

No caso desse quarto volume, já começamos a narrativa uns quatro meses depois da morte de Pa Salt, e a Ceci foi a única irmã a não receber nenhum suvenir, apenas a carta de seu pai e uma herança que o advogado dele lhe entregou - sem maiores explicações. A partir dessa carta, Pa Salt lhe dá o nome de Kitty Mercer, uma mulher ousada para sua época, que ajudou no crescimento da fábrica de pérolas de sua família.

Conforme a leitura do livro biográfico de Kitty, Ceci vai se envolvendo mais e mais com a história, sem saber ao certo, o que essa senhora tem a ver com sua vida e com seus pais biológicos.

Ela começa a ler o livro já na Tailândia, um lugar lindo que adorou visitar anos antes com a irmã, Estrela, e como sente saudades de Estrela - que está longe no momento (leia a resenha A Irmã da Sombra, para saber mais) e tem se sentido perdida com a relação à faculdade e seus sonhos, Ceci acreditou que viajar seria o melhor a fazer. E foi, realmente.

Na Tailândia ela conheceu Ace, um jovem lindo e enigmático com o qual vive um breve romance e após algumas semanas vai para a Austrália, país em que a esfera armilar de seu pai indicava ser seu país de origem, e também país em que a inglesa Kitty se casou e administrou a fábrica de pérolas.

Ao chegar na Austrália, Ceci logo faz amizade com Chrissie, uma jovem nativa muito animada e disposta a ajudá-la, que a leva para conhecer pessoas importantes de seu passado e lhe conta sobre os preconceitos vividos pelos aborígenes anos atras, na época de Kitty...

Kitty é uma jovem inglesa que vai para a Austrália acompanhar uma senhora idosa que precisa de uma dama de companhia nessa viagem através de navio. Kitty, fica relutânte, porém, ao descobrir que o pai - que é um pastor! - traiu a mãe e engravidou uma jovem -, prefere sair de casa, a ter que aguentar viver nessa falsidade toda.

Logo que chega na Austrália, surpreende-se com o calor, os territórios sem donos, sem uma grande população e principalmente, o preconceito contra os aborígenes.

Na família dessa senhora ela conhece os seus sobrinhos gêmeos, Drummond e Andrew, lindos por fora e completamente opostos por dentro. Apaixona-se por Drummond, mas este, é tão #vidaloka que a deixa para viajar com alguns amigos bebuns, e com isso, ela acaba por aceitar casar-se com Andrew, mesmo não amando-o e achando-o um chato. rs

Eu adorei a narrativa desse livro. Acho que de todos da Lucinda que li, esse, sem dúvida, foi o mais fluído e gostoso de ler.

Contudo, a história não me agradou tanto.

Achei a Kitty insuportável. No começo ela é maravilhosa, inteligente, esforçada, humilde. Depois que casa-se com Andrew e se torna rica, fica chata, reclamona e sem interesse por nada. A única coisa boa que ela faz é tratar bem os aborígenes nativos e contratar dois - Fred e Camira -, para trabalhar para ela, tendo-os em alta conta.

É admirável sim, como ela os trata, mas sinceramente, né, não faz mais do que nossa obrigação tratar TODAS AS PESSOAS bem, não existe isso de um melhor que o outro, mas ok. Naquela época, era assim, então, ela foi boa com eles, de verdade.

Só com o decorrer da trama ela se torna muito hipócrita, erra pra carambola! kkkkk
Faz muitaaaaa coisa errada!
Sabe as coisas que ela criticava no pai, na mãe, e etc.? Fez pior!
E depois tentou dar uma de Madalena arrependida, não querendo assumir a culpa, depois se fazendo de "pra sempre amargurada indigna", muito chata, demorei mais pra ler, porque sinceramente eu não aguentava ela.

Ela faz coisas boas, ajuda muita gente, principalmente os mais necessistados, porém, é hipócrita e mentirosa. Enfim, não gostei dessa personagem.

Sobre a Ceci eu adorei ela, achei-a muito fofa e compreensiva, tendo lido os outros livros da série antes desse, eu tinha achado ela bem mandona e encrenqueira, entretanto, no seu próprio livro, ela tá um amor, e só na humildade. Só não gostei de ela ter aparecido tão pouco. Teve muitoooo pouco dela, na maioria das vezes, só narrava o passado, e na parte do presente, ela conversando com algum personagem sobre o passado da Kitty.

Como em todos os livros da Lucinda Riley, aqui temos a divisão de partes narradas no passado (Kitty) e no presente (Ceci). Eu particularmente gosto muito desse estilo, é o que mais me instiga a ler os livros da tia Lu.

Sobre a família biológica dela, eu gostei, embora tenha achado errado o motivo de ela ter sido colocada para adoção. Não combinou com as crenças e atitudes de sua família.

Sua relação com o Ace me deixou estupefata ao quadrado! Jurava que seria dum jeito e foi muito diferente. Gostei do final deles, apesar de não ser como eu queria que fosse! O Ace foi meu personagem preferido, apesar dos pesares (que são pesados!), e ele mostrou bem que aparências ENGANAM!

O final foi bom.
Só que, sei lá, faltou mais da Ceci. Queria ouvir mais sua voz e suas opiniões, espero que tenhamos um vislumbre do que lhe aconteceu nos próximos livros da série.


* Leia também as demais resenhas dos livros da Lucinda Riley já publicados aqui no blog:

Beijos,
Ana M.

domingo, 25 de novembro de 2018

#Resenha: A Irmã da Tempestade, Lucinda Riley (Série As Sete Irmãs #2)

E aí, gente, boa noite!
Tudo bem?
Hoje tem resenha de uma série que tô adorando acompanhar!
Confira!

A Irmã da Tempestade é o segundo volume da série As Sete Irmãs, da autora irlandesa Lucinda Riley. A série conta em cada livro a história de uma das seis irmãs, e podem ser lidos separadamente, sem ser na ordem de publicação. Até agora foram lançados cinco volumes, e sim, teremos sete, mesmo a sétima irmã não tendo sido encontrada - e é aí que vem minhas especulações, aguarde até o final da resenha!

A Série As Sete Irmãs nos apresenta a família D'Aplièse e cada livro é narrado por uma irmã. Em A Irmã da Tespestade conhecemos a segunda mais velha, Alcione, ou como é mais conhecida, Ally, uma grande velejadora e flautista. Essa família mora na Suíça e é formada por seis irmãs adotivas, cada uma adotada de um país diferente por Pa Salt, um homem riquíssimo e muito misterioso, que as amava demais e fez de tudo pelas meninas. E deu para cada uma um nome das sete estrelas da constelação das sete irmãs, as Plêiades. Mas ele nunca adotou a sétima irmã (Mérope).

Bom, sem ser spoiler, mas os livros dessa série já começam com a morte de Pa Salt e a esfera armilar com as coordenadas geográficas para suas filhas descobrirem seu local de nascimento, com uma carta para cada uma e um suvenir que tem relação com sua família biológica, assim, deixando nas mãos delas se querem ou não descobrir sobre seu passado.

A história da Ally me impactou muito mais do o terceiro livro A Irmã da Sombra, que li no começo do mês. A Ally é uma mulher sucinta, prática e decidida. Sempre amou tocar vários instrumentos, principalmente a flauta, mas como amava velejar e seu pai era marinheiro, ela acabou escolhendo ser velejadora como profissão.

Ally começa a namorar Theo, seu novo chefe de vela, que é um homem muito organizado, gentil e competidor. O namoro nasce rápido e os dois são lindos juntos, apesar de que a notícia da morte do pai a pega de surpresa e a faz se sentir culpada por ter estado viajando com o Theo no dia em que ele faleceu.

Ao voltar para casa e receber a carta, um livro e o patinho de borracha que Pa Salt lhe deixou, Ally ainda está muito triste e abalada e não pensa em buscar por sua família biológica, mas sim, em correr para os braços e o conforto de Theo. O que ela não esperava é que um furacão estava à sua espera...

Esse foi um dos livros mais tensos que já li. Apesar de não ter aquela tensão que nos dá medo de continuar a leitura, Ally passa por um mar tão revolto, que olha, tive que virar duas noites lendo, porque eu simplesmente não conseguia abandoná-la! E o livro inteiro nos presenteia com diversas reviravoltas, umas boas, outras nem tanto, mas todas provando que nós somos mais fortes do que imaginamos...

Ally ao decorrer da obra passará por provações e perdas inestimáveis. Coisas novas vem, outras vão, mas ela teve que continuar. E foram tantos segredos e descobertas que eu não sei como ela teve saúde pra aguentar tudo não.

Com essas surpresas, Ally resolve seguir os passos que Pa Salt deixou e ir à Noruega, onde ela encontraria respostas sobre seu passado.

Na narrativa do passado, conhecemos a camponesa Anna Landvik, uma jovem pobre que canta como um anjo na igreja, e um professor famoso da cidade após ouvir falar dela, vai até sua casa para tentar conseguir a permissão de seus pais, para que a moça seja treinada e vire uma cantora na cidade grande.

Anna teme à princípio, porém, seu maior sonho é cantar profissionalmente, e ela vai, com medo e dúvidas, pronta para tentar.

Anna vai descobrir um novo mundo, sendo cantora de ópera e de teatro. Ela faz sucesso instantâneo, e é cercada por muitas pessoas que se dizem admiradoras de seu trabalho, embora nem todas, a admirem de verdade...

A Anna foi uma das minhas personagens mais querida, adorei ela, no começo, entretanto, porque depois ela começa a fazer algumas escolhas beeeeem erradas, jogando tudo pro alto, que me decepcionaram bastante! rsrsrs

Ao conhecer um dos músicos do trabalho, Jens, Anna acaba se apaixonando e tendo sua vida virada de cabeça pra baixo.

O Jens é um estúpido! O tipo de homem tranqueira, já conhecido, embora a coitada da Anna o ame e acredite nele. É aí que muita coisa ruim acontece com ela, e mais e mais reviravoltas.

Eu gostei muito da Anna, apesar dela ter feito escolhas ruins e, a meu ver, erradas, achei ela muito simpática, talentosa e batalhadora. Ela tem um papel fundamental na história e a ligação dela com a Ally é incrível!

Voltando à Ally...
Gente, eu adorei todas as reviravoltas, as atitudes e a compreensão da Ally, ela sofreu muito mesmo, e não deixou a peteca cair, seguiu em frente e o final foi lindo e muito fofo! Adorei tudo o que ela "reencontra" na Noruega, que é por sinal, um país que eu não conhecia bem, e achei bem da hora, ainda mais por ser tão "musical". Isso é o que eu mais gosto nos livros da tia Lu, ela sempre mescla passado com presente, interligando-os através de culturas diferentes, países distintos que são unidos sempre pela dor e pelo amor! Maravilhoso!

Mais uma vez a Lucinda fala sobre a Segunda Guerra Mundial, em especial sobre a perseguição aos judeus, e foi outra parte que me tocou muito!

Pra quem, assim como eu, adora ler sobre outros países, leia a série As Sete Irmãs que vocês vão amar!

Falta pra eu ler da série os livros As Sete Irmãs #1 e A Irmã da Pérola #4, provavelmente só terminarei em Dezembro e assim que o fizer, resenho aqui pra vocês!
O quinto livro foi lançado dia 12 desse mês, A Irmã da Lua #5, porém, devido ao preço altíssimo não comprarei esse ano, não! kkkkkk
O sexto e o sétimo devem sair nos próximos anos, geralmente são lançados um por ano.

E como eu disse no começo da resenha, trago especulações (NÃO É SPOILER, é só minha opinião): eu acho que o Pa Salt não morreu e que a sétima irmã, a Mérope, está viva e tem um passado todo especial. Por que acho isso? Porque são sete livros mesmo que serão lançados, e porque, bem, só lendo você saberá... tem alguns detalhes, algumas coisas que vão acontecendo que dão a perceber que o Pa Salt não é bem o que a gente achava que era... E aí, será? O que vocês acham?

Quem já leu ou vai ler?
Não deixem de comentar!!!

* Leia também as demais resenhas de Lucinda Riley já publicadas no blog:



Essa é a terceira resenha de Novembro do Desafio Literário Livreando 2018.
Da opção: livro com capa azul.
Saiba mais sobre o Desafio do querido blog Livreando, CLICANDO AQUI!

Beijocas,
Ana M.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

#Resenha: A Irmã da Sombra, Lucinda Riley (Série As Sete Irmãs #3)

Olá, pessoal, tudo bem?
Hoje tem resenha de um livro muito fofo!
Confira!

A Irmã da Sombra é o terceiro volume da série As Sete Irmãs, da autora irlandesa Lucinda Riley. A série conta em cada livro a história de uma das seis irmãs, e podem ser lidos separadamente, sem ser na ordem. Até agora foram lançados cinco volumes, temos certeza de mais um, mas, eu acho que terá um sétimo livro aí. Calma aí que já explico!

Eu conheci a série As Sete Irmãs há uns três anos quando comecei a ler o primeiro livro "As Sete Irmãs" que nos apresenta a família D'Aplièse e é narrado pela irmã mais velha, a Maia. Essa família mora na Suíça e é formada por seis irmãs adotivas, cada uma adotada de um país diferente por Pa Salt, um homem riquíssimo e muito misterioso, que as amava demais e fez de tudo pelas meninas. E deu para cada uma um nome das sete estrelas da constelação das sete irmãs, as estrelas Plêiades. Mas ele nunca adotou a sétima irmã, porém, como a série leva esse nome, eu desconfio que ela exista sim, e será uma grande surpresa e reviravolta na série, tomara, né? kkkkk

Eu li metade do primeiro livro, porém, achei chatinho e parei. Todavia, esses tempos li A Rosa da meia-noite, também da Lucinda, e gostei muito, com isso, resolvi pegar outra dela e tentar ler, e qual não foi a minha surpresa ao gostar demais de A Irmã da Sombra.

Bom, sem ser spoiler, mas os livros dessa série já começam com a morte de Pa Salt e a esfera armilar com as coordenadas geográficas para suas filhas descobrirem seu local de nascimento, com uma carta para cada uma e um suvenir que tem relação com sua família biológica, assim, deixando nas mãos delas se querem ou não descobrir sobre seu passado.

No primeiro livro, a Maia descobre que é brasileira, - uma homenagem da autora ao Brasil que tão bem lhe acolheu nos lançamentos anteriores!- não sei mais, porque não terminei o livro, embora esteja agora pensando em terminar de lê-lo. kkkkk

Precisei fazer essa introdução porque assim vocês que não leram o livro ainda, entenderão bem do que se trata, e fica mais legal. Em A Irmã da Sombra, a Estrela, a irmã mais calada e grudada com Ceci, uma chatinha conversadeira, muda-se para Londres no apartamento que Ceci acabou de comprar, e está se sentindo muito mal e sozinha na vida. Por mais que Ceci sempre tenha sido sua irmã mais íntima e quase uma gêmea adotiva (parece eu e a Andressinha kkkkkkk), Estrela sente que falta algo em sua vida. Uma luz, um caminho a seguir...

Quando ela começa a pesquisar sobre seus pais adotivos com as coordenas que Pa Salt deixou, descobre que o primeiro passo é pesquisar uma mulher chamada Flora MacNichol, numa livraria no centro de Londres.
Ao chegar lá, ela conhece o dono, Orlando, um homem muito divertido, excêntrico e louco por livros, que lhe oferece um emprego e promete lhe mostrar os diários da Flora e contar tudo que sabe sobre ela.

Com o tempo, Estrela conhece vários parentes de Orlando, incluindo seu irmão e também dono da livraria, Mouse.

Estrela começa a se enturmar com essa família de livreiros, sem saber, que de certa forma, seu nascimento é ligado diretamente à eles.

Como na maioria dos livros da Lucinda, esse tem duas narrativas, uma no presente e outra no passado. Algo que muito me agrada porque geralmente as narrativas passadas dela são em outros países. Mas, aqui a narrativa da Flora é em Londres também.

Flora é uma jovem pobre, que nem pode ser apresentada a sociedade londrina, e com isso, está perdendo a chance de fazer um bom casamento. Embora não queira casar mesmo, ela sente isso como um descuido e desamor dos pais, que nunca ligaram muito pra ela, e agora estão pagando a apresentação à sociedade de sua irmã mais nova, mas por que pra ela nem tentaram?

Com as falência da família, seus pais vão morar no interior deixando a sua irmã com uma tia enquanto ela espera por um pedido de casamento, e Flora vai trabalhar para uma mulher rica da sociedade, uma antiga amiga da mãe, Alice Keppler.

Flora adora os animais, cuida de todos que encontra pela frente, e tem um mini zoológico em casa e quando tem que se mudar, leva eles para outra amadora dos bichos, a escritora Beatrix Potter, que se torna sua grande amiga. 

A Beatrix Potter, pra quem não sabe, é uma escritora de livros infantis que realmente existiu e ela tem uma participação muito importante na história de Flora!

Flora então reencontra com Archie, filho de outra amiga da sua mãe, e acabam se apaixonando, no entanto, a vida lhes prega uma peça horrenda que pode causar para sempre sua separação.

Alice Keppler é uma mulher rica, fina e adorável, casada, com filhos e que - pasmem! - mantém um caso com o rei Edward VII, encontrando-se com ele às vistas de seu marido, que nem liga pra esse caso, parece até gostar!

Os dois têm também participações importantíssimas na vida da Flora, ai, gente, e são outros personagens que existiram na vida real! Adorei a Lucinda tem colocado-os na história, ficou bem interessante!

A vida da Flora tem muitas e muitas voltas. Muitas dores, tristezas e desafios, mas bem emocionante. Seu caminho se cruza com o de Estrela de uma forma bem singular e diferente.

Voltando a história de Estrela, conforme ela vai lendo e descobrindo mais sobre Flora, ela vai aprendendo mais de si mesma, se tornando mais confiante, encorajada a seguir seus sonhos e percebendo que viveu à sombra de Ceci a vida toda e finalmente ela tem uma nova família com os parentes de Orlando, junto deles, ela se sente viva de verdade.

As descobertas no final são várias, o livro promete muitas surpresas e a leitura toda foi muito fofa e gostosa de acompanhar.

A Estrela é uma moça maravilhosa, mas muito na dela, e que têm um papel fundamental na vida dos novas amigos. 

Gostei das histórias intercaladas, ambas mulheres sofreram muito, viveram à sombra esquecidas por um bom tempo, entretanto, souberam se impor e lutar pelo o que queria.

É um livro mais fofo, calmo e doce de ler!
Indico!
E é claro que ele me deixou com muita vontade de não só ler toda a série, como também, todos da Lucinda Riley!




Essa é a segunda resenha de Novembro do Desafio Literário Livreando 2018.
Da opção: lido em e-book.
Saiba mais sobre o Desafio do querido blog Livreando, CLICANDO AQUI!

Beijinhos,
Ana M.