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domingo, 24 de novembro de 2019

#Resenha: Neve na primavera, Sarah Jio

Oii, galera, tudo bem?
Hoje tem resenha de um livro que eu estava louca para ler!
Confira!
Neve na primavera da autora americana Sarah Jio é um dos livros que eu mais ansiava em ler! Li três outros livros da autora e gosto muito de sua escrita e da narrativa intercalando passado e presente, porém, os outros livros, pra mim, ficou faltando algo e não se tornaram preferidos.

Neve na primavera também não se tornou preferido, mas pela história em si. Gente, pensa num drama! Que livro triste, muito dramático, muito pesado. Eu tive que parar ao decorrer da leitura pra respirar, porque olha, não tava dando!

O livro começa com Claire, que numa nevasca, descobre na redação em que trabalha como repórter, que há muitos anos, teve uma nevasca forte como aquela, também naquele mesmo dia. E que um garotinho de três aninhos, o Daniel, foi sequestrado e nunca foi encontrado.

Claire fica abaladíssima. Há quase um ano, perdera seu bebê e vinha lutando contra uma depressão forte, além dos problemas que surgiram em seu casamento.

Como uma mãe que perdeu um filho, Claire decide que precisa realmente encontrar a solução para esse caso e descobrir o que aconteceu com Daniel.

Na narrativa do passado, temos a Vera, uma jovem muito pobre e órfã que engravida do namorado, e por ser humilhada pela família dele, acaba fugindo. Ela trabalha num hotel e deixa o Daniel com sua melhor amiga, Caroline. Porém, numa noite, Caroline teve que ir trabalhar, por isso Vera deixa o menino sozinho, já que eles estavam passando necessidades e ela não poderia faltar.

Na manhã seguinte, ao sair do trabalho, Vera é surpreendida pela nevasca que quase lhe mata congelada, e depois, ao chegar em casa, sua vida acaba. Daniel sumiu, e perto de um parquinho onde ele costumava brincar, ela encontra seu ursinho preferido.

Gente, que livro!
Que drama, meu Senhor! Me doía o peito enquanto eu lia. Que história triste, que mulheres que sofreram. Tanto a Claire, quanto a Vera, foram tão injustiçadas pela vida! 
Eu não indico esse livro para mãe de crianças pequenas, porque angustia muito, muito mesmo!

Confesso que descobrir sobre o Daniel não foi nada difícil. Na narrativa da Vera, pelos sobrenomes, ficou bem na cara quem estava envolvido no sumiço dele pelos personagens do presente.

A Vera sofreu muito e se arriscou tanto pelo filho! Ela era uma mãe tão carinhosa e batalhadora, nossa, doeu ver tudo o que ela passou!

A Claire sofre muito, embora ela tenha uma rede de apoio mais constante e verdadeira. Eu não gostei muito do final, e isso que me deixou com raiva do livro, porque várias questões sobre ela e o marido ficaram em aberto. Sem contar que o marido dela foi bem escroto, e enfim, faltou coisas aí!

É um bom livro, sensível, indico, mas já lhes previno: preparem os lencinhos!


Essa é a terceira resenha de novembro do Desafio Literário Livreando 2019.
Da opção: um drama.
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Beijinhos,
Ana M.

quinta-feira, 30 de maio de 2019

#Resenha: O Bangalô, Sarah Jio

Oii, gente, tudo bem?
Hoje tem resenha de um livro que eu queria ler há anos!
Confira!
O Bangalô da autora americana Sarah Jio é um dos livros que eu mais queria ler na vida! A capa é linda e ele se passa em plena Segunda Guerra Mundial, só com isso, já me conquistou.

Porém, ano passado li dois outros livros da autora (The violets of march e A última camélia) e não gostei, então, acabei adiando a leitura, que enfim, conclui esse mês.

O livro conta sobre as jovens americanas Anne e Kitty, duas melhores amigas, muito ricas, que fazem um curso de enfermagem e resolvem ir para a ilha de Bora Bora em 1942, para ajudar a cuidar dos soldados feridos da guerra.

Anne acabara de ficar noiva de um homem riquíssimo, porém, ela não é assim tão apaixonada por ele, e vê nessa viagem a oportunidade de ajudar pessoas + escolher bem seu futuro.

Chegando lá, muitos mistérios e intrigas acontecem. Muitos mesmos! E Kitty, gente, que garota insuportável! Se mostra uma falsa, invejosa, mimada e nem tão amiga assim! Além de aprontar muito!

Anne, apesar de tudo que acontece de ruim lá, é boa e ajuda como pode, além de ter seu lugar secreto: o bangalô que conheceu perdido no meio da praia com o soldado Westry, com quem vem a ter um caso amoroso.

Westry é muito fofo e um partidão!
O que me incomodou nesse namoro foi ela ter traído o noivo, mas, ok, vem mais bomba por aí!

Muitas surpresas, desencontros e até uma assassinato acontece marcando o relacionamento dos dois.

O livro tem uma premissa maravilhosa, mas achei bem mal escrito.
Os acontecimentos são todos muito rápidos, falta emoção, explicações e justiça.

O final foi bom, feliz, e recheado de revelações, porém, realmente eu queria justiça para alguns personagens.

Outra coisa que me incomodou foi que em plena Segunda Guerra Mundial e essas jovens enfermeiras eram muito frescurentas, largavam tudo pra ir atrás dos namorados soldados (houveram muitos casos), desmaiavam com tudo, sabe, poxa, se tá lá pra ajudar é pra isso, né? Largando soldados morrendo pra ir dar uns pegas nos outros? Ai, gente, bem egoístas, sinceramente!

Enfim, não gostei muito, mas ainda quero ler Neve na primavera também da autora.


Essa é a terceira resenha de Maio do Desafio Literário Livreando 2019.
Da opção: com uma das cores do arco-íris na capa.
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Beijinhos,
Ana M.