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quarta-feira, 27 de setembro de 2023

Miniconto: Preenchidos pela GRAÇA, Ana I. J. Mercury

Oii, gente, tudo bem??

Quanto tempo!!

Estava com saudade de escrever aqui, mas a minha vida tem sido beeeem corrida, então, acaba não me sobrando muito tempo.

Mas hoje resolvi compartilhar com vocês um miniconto que escrevi ano passado, um miniconto que é, na verdade, um testemunho de mais um milagre que recebi do Senhor Jesus ❤️

Espero que essa leitura toque o seu coração!

Confira!

No dia 26/06/2022 eu estava desesperada com algo que tinha me acontecido. E depois de muito clamar a Deus por ajuda, escutei o Espírito Santo falar em minha mente: "Escreva sobre o Céu pra você focar na Eternidade", eu respondi: "É isso mesmo?", e Ele repetiu a fala 😍

Então, deitei na cama e escrevi pelo celular. 

Logo após terminar esse texto, dormi, e amanheci renovada, curada. Nunca mais tive aqueles momentos de desesperos, nem me senti mais só.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Meu miniconto no Instagram!

 Oii, gente, tudo bem?

Galeraaaa, que babado!

Ano passado fui convidada pela escritora Ariela Maier @arielamaier, que deu aquele curso lindo de escrita pra mim em janeiro passado, para participar de um projeto da hora lá no IG, que é o Palavras para uma foto @palavrasparaumafoto.

Que é uma foto de um artista independente, com um texto de autor independente.

Eu ameeeeeei participar!

Porém, acabei me esquecendo de postar o link aqui, então corre ler agorinha CLICANDO AQUI!

E aproveita para seguir o IG do projeto e o meu também @anairados, e claro, o do blog @blogelvisgatao.

E não se esquecem de ler os outros dois contos que já publiquei aqui no blog, CLICANDO AQUI!

E fiquem ligados que ainda esse mês sairá mais um conto! Esse foi o primeiro que escrevi e é meu prefe!

Conto com vocês!

beijos,

Ana M.

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Conto: Superando uma má fase, Ana I. J. Mercury

Olá, galerê, tudo beleza?
Já que me expus na chuva, vou acabar de me molhar! rsrsrsrs
Como no post anterior publiquei o meu conto Um casamento em 2086 (leia aqui!), resolvi postar esse outro conto que escrevi em novembro de 2019, para participar de um projeto em um grupo do Facebook, e que apesar de ser inteiramente ficcional, me traz lembranças da minha infância.

Confira aí! 

Superando uma má fase
Ana I. J. Mercury

1
   Enquanto retiro meu surrado exemplar de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban da estante, abarrotada até o teto, reflito como minha vida vinha mudando neste último ano.
   Após a perda de meu avô, já na casa dos 90, uma depressão forte e traiçoeira me pegou. Por mais que eu saiba que meu avô, Thiago, tivera uma vida longa e feliz, era como se tivéssemos passado poucos meses juntos. 
   Desde pequeno eu era acostumado com suas histórias de vida e seu amor pelos livros. Foi ele quem me ensinou a ler, mesmo antes de eu entrar na pré-escola, com cinco anos. Foi ele quem comprou meus primeiros livros de piratas, animaizinhos, e mais tarde da incrível coleção Vaga-lume. E também foi ele, quem muito insistiu com minha mãe, até ela perder o receio e me deixar adentrar no mundo mágico de Harry Potter. Minha mãe era meio cabreira com livros de fantasia.
   Rio observando a capa do meu volume preferido da série. Meu avô comprou um por um, lia junto comigo e ficávamos até tarde da noite debatendo sobre o que aconteceria e qual seria o final do bruxinho mais amado da ficção.
   Minha avó, Luiza, faleceu anos antes de eu nascer e os pais da minha mãe moram em outro estado, assim, vovô Thiago foi minha única referência sobre avós, e sinceramente, eu não poderia ter tido um avô melhor. 
   Até que, ano passado, seu coração tão esperto e valente, foi enfraquecendo aos poucos, e mesmo com dor, ele sorria e fazia piadas, enquanto eu lia nas visitas ao hospital, e depois, em seus últimos dias de vida em casa, quando seus olhos já falhavam miseravelmente.
   Embora a morte seja algo natural da vida, foi extremamente cortante. É estranho e interessante fechar esse ciclo. Por anos, quando eu mal falava, era ele quem lia para mim, e em seu último ano de vida, era eu quem lia para ele. Livros era a nossa ligação mais intensa. O fio que nos uniu desde o princípio e o que nos deu forças até o fim. Porém, eu eu não via mais graça nenhuma em ler depois de sua partida. 
   Uma ressaca literária me pegou. E por meses fiquei imerso numa depressão incontida. Tudo me doía. Era difícil levantar, ir para o colégio, conviver com as pessoas normalmente. Era como se me faltasse um órgão vital. Minhas notas caíram drasticamente e quase reprovei de série.
   Infelizmente, a diretora ligou para a minha mãe, que foi — reclamando muito — ao colégio explicar minha queda. Ao saber do ocorrido e do meu problema com o luto, o professor de literatura — tinha que ser! — Carlos, veio conversar comigo. Tremi, a raiva chegou petulante, me preparei para a bronca de peito estufado, pronto para retrucar. E qual não foi a minha surpresa, ao ser convidado a ir visitar um asilo com ele. Eu nem sabia que tinha um asilo em minha cidade!
   — Daniel, sei de sua perda e que nada poderá mudar isso. Mas, naquele asilo têm muitos avôs e avós precisando de uma atenção, de um carinho de neto. E você precisa seguir em frente. Nada melhor do que conversar com quem sabe o que é a solidão e a perda. O que me diz? Eu sempre vou lá bater um papo, tocar violão e ler para eles. Vamos?
   Fiquei de pensar, o professor ia toda quarta e sexta, como ele tinha conversado comigo na segunda, deixei passar a quarta. No entanto, na sexta algo queimava dentro de mim. E me surpreendi ao perceber que era a vontade, a curiosidade e a ansiedade de conhecer essas pessoas, saber de sua história, de sua família, de seus sonhos... Será mesmo que eu deveria tentar?
   A falta de vovô ninguém mudaria, nada ocuparia o buraco em meu peito que ele deixou ferroando. Contudo, sei que ele queria o melhor para mim. Sempre me amou, sempre sonhou os meus sonhos e me acompanhou em cada momento de felicidade e de decepção. Eu sei que para honrar todo o esforço que ele fez por mim eu precisava seguir em frente. Ao mesmo tempo, tenho medo de esquecê-lo. Medo de ser feliz novamente. Porque não é justo. Não sem ele.

2
   Com raiva de mim mesmo, acabei indo naquela sexta-feira e a partir daí minha vida mudou completamente.
   Senti uma aprovação dentro de mim, desde a primeira vez que pus meus pés naquele pátio do asilo São Gabriel.
   O asilo era um casarão grande, arejado, colorido por diversas flores e cadeiras de área espalhadas pelo pátio. Lá, a maioria dos velhinhos ficavam esperando os voluntários chegarem. O professor Carlos me explicou no caminho, que algumas igrejas e colégios da região sempre iam a tarde visitá-los, levar uma comida diferente, fazer doações de roupas e alimentos ou apenas papear e divertir os velhinhos.
   Logo que chegamos, o professor me apresentou a todos, e uau!, ele conhecia todos mesmo! Fui abraçado pelas avozinhas, apertei as mãos e pedi a bênção para muitos avozinhos e foi tudo tão calmo, tranquilo e alegre que, por um momento, aquela dor sufocante em meu peito relaxou e pude sorrir novamente. Não com tanto ardor como eu ria até a barriga doer com vovô Thiago, mas eu fui feliz, naqueles sessenta minutos ali, rodeado de desconhecidos que me trataram com tanto carinho e simplicidade.
   A dona Vitória, uma senhora muito vivaz e querida, me contou que estava lá há quatro anos. Seu filho era um empresário muito rico e ocupado, que acabou se mudando para o exterior e preferiu deixá-la lá. Fazia um ano e meio que ela não o via, e o que mais lhe doía não era apenas o abandono do filho, como também, a saudade dos netos. A vontade de lhes contar sobre a suas lutas na vida, seu amor pelo avô falecido e as peripécias do filho quando criança. Senti meus olhos arderem ao ouvi-la. Como o filho pode ter abandonado-a? Uma senhorinha tão meiga e cativante! Sentia muito por ela, porque eu também me sinto abandonado por vovô.

3
   Tomo um copo d'água para refrescar a garganta. Ah! Quem eu estou querendo enganar? É, tento aliviar o bolo que se fez em minha garganta ao me recordar desse meu primeiro dia, e da dor antiga e paralisante da perda de vovô. Hoje, seis meses após minha primeira visita ao asilo, me sinto renovado, e sei que Deus — e quem sabe tenha o dedo de vovô nisso! — me deram uma nova chance de viver, amar, crescer e olhar para o ser humano de uma nova forma. 
   O asilo São Gabriel me ajudou a sair daquela depressão pós-luto. Ainda dói demais a saudade de vovô. Às vezes, ao acordar ainda acho que ele está vivo. E quando acontece algo muito bom ou muito ruim, corro pegar o celular ou vou em direção ao seu quarto para lhe contar, como eu fazia sempre quando ele estava aqui. 
   É isso, é mais que um costume. É amor, é uma ligação, é uma eterna parte de mim. Sempre estaremos juntos ligados pelo amor e pelos momentos que compartilhamos. E sei que um dia o encontrarei no paraíso. 
   Por ora, corro pegar minha bicicleta e minha mochila, que minha mãe fez o favor de colocar dentro, um pote com seu bolo de cenoura famoso, em cima da mesa, especialmente para a turma do asilo. E pedalo em direção ao futuro e a superação.

4
   Seu Jorge é um senhor de 77 anos, que após ter tido vários problemas cardíacos e ainda precisar de tratamento, resolveu, por fim, viver aqui. De todos os velhinhos, ele é quem mais me afeiçoei. Sua história é bonita, solitária e triste. Quando tinha 24 anos, se apaixonou por uma moça chamada Sara e não foi correspondido. Apesar de ter tido uma vida boa, um emprego bem remunerado, viajado por toda a Europa, estudado numa das maiores faculdades do país, ainda assim, nunca conseguiu esquecê-la. Seguiu com a vida solteiro e infeliz. Ao perder os pais, como filho único, continuou nessa solidão até a idade cobrar e algumas doenças chegarem. 
   Compreendendo que não poderia continuar sozinho, que não conseguiria fazer tudo como antes, cuidar da casa e de si mesmo, foi para o asilo. Sem esperanças, nem sonhos, esperando a morte chegar. Sua única vontade era sair deste mundo que só lhe trouxe amargura. Mas lá, com os outros senhores, fez amigos e conseguiu se animar, ter vontade de continuar.
   Quando eu comecei as visitas, ficava apenas atrás do professor Carlos, sem saber bem o que fazer. Até que um dia, meio encabulado, puxei assunto com seu Jorge e contei, sabe-se lá o porquê, de meu avô e do nosso amor pelos livros. Ele me pediu, encarecidamente, se eu poderia ler para ele também. E, bem, assim nos tornamos grandes amigos.
   Eu estava relendo para mim e lendo pela primeira vez para ele a série Harry Potter. E que animação e curiosidade esse homem ficava! As cuidadoras e a dona do asilo até me liberaram para ir lá todos os dias, desde que eu ficasse apenas uma hora, para não cansar demais os meus amigos, e eu lia e lia e lia.
   Seu Jorge nunca faltava nos momentos de leitura, e alguns outros também se sentavam conosco para me ouvir. As avozinhas gostavam mais de conversar e cantarem juntas com Carlos e os outros voluntários. 
   E eu e seu Jorge tínhamos papos sérios sobre como derrotar Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado* e se o Harry sairia inteiro dessa! É claro que eu já sabia de cor o final, mas deixei a empolgação de seu Jorge tomar conta!

5
   Abro o portão do asilo, com o coração enternecido e uma agitação dentro de mim! Estou ansioso para terminarmos Prisioneiro de Azkaban! Esse livro é muito incrível e fico imaginando a surpresa que o seu Jorge e outros senhorzinhos terão com a verdade sobre o Sirius Black!**
    — Chegou, meu neto-postiço querido! — exclama seu Jorge vindo me encontrar no portão.
    — Seu Jorge — cumprimento-o com um abraço de lado, sorrindo. Ah! Esse meu avô postiço…
  — Me conta tudo do seu encontro com a mocinha bonita do curso de inglês! — indaga ele entusiasmado, referindo-se a minha crush, Lucy. Por que eu fui contar pra ele dela? Que vergonha.
    — Primeiro, vamos terminar o livro! - respondo rápido sentindo meu rosto queimar.
   E assim caminhamos juntos em direção ao pátio e aos novos começos e amizades.

Fim

Pra quem não leu Harry Potter:
*Lord Voldemort, vilão na série.
**Sirius Black é um dos personagens principais.

Conto: Um casamento em 2086, Ana I. J. Mercury

Oii, gente, tudo bem?
Hoje eu vim contar uma novidade!
Nesse começo de ano, fiz um curso de escrita de 10 exercícios do @pula1linha muito legal e que me fez pensar muito! 😍😁
E um dos exercícios era escrever como seria um casamento em 2086 pela visão de uma convidada. E descrever o que teria dos dias atuais daqui a 66 anos.
Eu fiquei pensando em colocar Extraterrestres entre nós, hahahaha, mas, ao me recordar de algumas distopias que li, em que as pessoas não podiam escolher seus cônjuges, escrevi esse conto e queria compartilhá-lo com vocês! 💝

Um casamento em 2086
Ana I. J. Mercury
Finalmente o casamento da Stephenie com o Maurício. Que festa esplendorosa! Pegou a todos de surpresa. Aliás, todo o relacionamento deles nos surpreendeu.
       Na atualidade, 2086, casamentos por amor não existem mais. Os jovens satirizam quando encontram nas caixas de velharias dos pais, com singelas e encantadoras fotografias dos casamentos de seus avós e bisavós, a prova do que um dia foi a grande celebração do amor. Agora, assinamos apenas um contrato de sociedade perante o juiz e duas testemunhas, para selar o destino de um casal que confiou um no outro para se ajudar nos projetos administrativos. As porcentagens bem calculadas e divididas no cartório, e assim, seguimos sócios casados e não mais parceiros de vida.
       Sinto falta da minha infância, ainda existiam poucos que se casavam por amor e era tudo tão lindo. Os detalhes todos que envolvem o romantismo me arrebatam. Mas nunca realizei o sonho de me casar desse jeito, livre de amarras e sem pensar em ser uma reles sócia, ao invés de esposa.
       A noiva vem entrando de braços dados com o pai, deixando todos de boca aberta com a ousadia de usar a tal marcha nupcial. Meus olhos ficam umedecidos ao visualizar minha prima de segundo grau realizar o que sempre sonhei. Mesmo aos 71 anos, ainda há em mim aquela doce mocinha à espera de seu amor.
       Ao se aproximar do altar, o noivo enlaça em seu braço com um sorriso orgulhoso e o pastor dá início a cerimônia. Presto atenção, embora meus olhos insistem em reparar em cada detalhe tão precioso e raro: o vestido de renda branca adornado com um véu e uma tiara de flores, que deixam a noiva com uma aparência angelical. As flores coloridas de seu buquê, que logo mais será jogado para as solteiras da festa, "será que devo tentar pegá-lo?", me questiono, e rio em seguida, de mim mesma.
    Toda a decoração é inspirada nos casamentos dos anos 1990, com muitos doces e um bolo enorme decorado com flores de açúcar. Numa vitrola - sim, elas existem! - toca uma doce e esperançosa canção, Love of my life, de uma banda que ainda é muito amada, o Queen. No carro dos noivos têm latinhas amarradas no para-choque para que todos que cruzarem com eles pelas ruas hoje, saibam que são recém-casados. E agora a valsa começa fazendo meu coração explodir de ternura e sonhos.


Beijos,
Ana M.

domingo, 7 de maio de 2017

O dilema das resenhas é algo a se refletir

Algumas resenhas de livros que não gostei, mesmo sendo sincera e educada (sem xingar), os leitores gostaram e compraram os livros!!!!
Até os resenharam e me contaram depois.

Em contrapartida, já li muitos blogueiros falando que não resenham livros que não gostaram, por se tratarem de nacionais. Porque sabem que "nossos" autores ficam putos e esculacham grosseiramente o blog e o resenhista em questão.
Ou seja, autor brasileiro - vejo isso a cada dia mais - é chato!
Eu já deixei de comprar e resenhar muitos livros nacionais por isso. Por terem autores prepotentes e ignorantes que só sabem xingar e ofender quem tem uma opinião diferente da sua.

Eu já li autor dizendo que resenha de opinião negativa é indiferente, descartável e nada de "construtiva".
Mas daí, deixo minha opinião no ar: se você tem a liberdade de criar seu próprio blog, gasta dinheiro com manutenção, internet, etc., gasta seu precioso tempo postando e também comprando livros, lendo e resenhando, por que você não pode resenhar os livros que quiser, mesmo que não tenha gostado?? Por que não podemos ter opinião PRÓPRIA?? Só por que pseudos artistas ficarão magoados? Ué, quem sai na chuva é pra se molhar!
Tá virando ditadura agora? Não podemos falar sobre algo que compramos e não gostamos?
Não podemos ter opinião pessoal e personalidade?

Eu queria MUITO deixar de pensar nessas coisas. Porém, se tem algo que me tira do sério é quererem roubar a minha liberdade de expressão.
Pior ainda: quererem apenas apoio e elogio, sem se importar e respeitar as divergências tão naturais que habitam em cada um de nós.
Voltando a algumas resenhas negativas que fiz e o pessoal quis mesmo assim ler o livro, penso que se os autores não fossem tão grossos, ganhariam muito mais!
Até mesmo as opiniões negativas geram curiosidade e oportunidades.
Mas é claro né, só o engrandecimento que vale! A sinceridade nem sempre é apreciada, nem no mundo literário.

Não generalizo, tem muitos artistas incríveis que merecem esse título e sabem lidar com as opiniões controvérsias e disparidades. Mas são poucos.
Todo autor que mudar o mundo com sua história. Quer alcançar o maior número de leitores. Só não se esqueçam que esse ENORME número de leitores, agrupa indivíduos únicos com opiniões diversificadas, autênticas e jamais descartáveis ou irrelevantes!

Com minhas sinceras opiniões,
Ana M.

domingo, 5 de abril de 2015

Feliz Páscoa!!!

O dia está chegando o fim. E eu, como toda páscoa, já to "correndo" se é que você me entende...
Muitas estripulias. Muito chocolate. Uma hora tem que voltar ao normal, rsrs

Mas enfim. Estou passando para lhes desejar um abençoada e feliz páscoa!

Páscoa é amor, vida, recomeços, felicidades, saúde, prosperidade, tudo, MAS TUDO MESMO, de bom que a vida pode lhe oferecer. Porque na realidade mesmo: Páscoa é JESUS, é o Seu infinito amor e redenção. Paz e perdão. Eternamente!!!! <3

Nunca se esqueçam do amor de Deus. Que enviou seu único filho para NOS SALVAR.

E olha que a gente, na maioria das vezes só faz merda!

E mesmo assim, Deus nos ama tanto, que nos perdoa e a cada dia pela fé em Jesus Cristo nos dá a chance de recomeçar!

Não desonre Jesus. Ame-O ainda mais por isso.
Porque o que Ele fez por você, ninguém mais fará!!!!

Novas oportunidades e muito amor em abril!!!!

Beijãooo,
Ana M.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Meu Parabéns e um Muito obrigado à todos os blogueiros!!!!

Hoje é dia dos Blogueiros!!! <3

Profissionais da mais alta qualidade, embora não remunerados.
Artistas sensacionais, que privilegia e se doa ao máximos à seus leitores.
Fãs vigorosos. Lutam para conseguir ainda mais espaço para àqueles que amam e admiram!
Mestres das 24hrs. Trabalham incansavelmente para lhe atender bem. Propaganda enganosa não existe em seu vocabulário.
São pais, filhos, irmãos e amigos. Trabalham, estudam, mantém uma família - na vida palpável, e na virtual ♥
Disponibilizam o que tem de melhor: sua vontade, seus sonhos, sua amizade.
Oferecendo à você, o melhor que pode ser e fazer!

Parabéns à todos os blogueiros!!!!
Independente do estilo do seu blog!
Você é um grande artista, um batalhador! <3

Beijos,
Ana M.

terça-feira, 10 de março de 2015

O que fazer de uma decepção?

Conheço muita gente, e já fiz parte dessa massa que sente necessidade de provar algo. Mas para quem e por quê?
Como o próprio título diz, assim que sofremos uma decepção, sentimos uma grande necessidade de extravasar e provar. Provar para quem nos decepcionou, provar para o mundo, provar para nós mesmos que somos inteiramente capazes e fortes o suficiente para vencermos.
Mas e aí? Você acha isso certo?
Francamente, a minha opinião: Eu não!
Eu quero provar sim. Primeiro: para Deus. Provar que mereço um pouco de toda a grandeza que Ele faz por mim.
Segundo: Provar para mim que eu posso ser e fazer o que eu quiser. Que eu consiga realizar os meus sonhos sem precisar pisar nos sonhos de ninguém!

Conversando com amigos essa semana que passou. Parei para refletir sobre dar a volta por cima. E vi, que eu mesma, muitas vezes, só quis me levantar para mostrar àqueles que me fizeram mal, que me decepcionaram, que sou capaz, que sou inteligente o bastante para conseguir o que almejo. Porém, foi aí, que vi claramente o meu erro: Provei para os outros. Mas não provei para MIM.

Eu perdi tempo. Porque agora vejo o pouco que fiz para seguir meus sonhos e minhas vontades. Os MEUS. Aqueles que estão enterrados no fundo do meu peito.
Será e está sendo difícil traze-los à tona de volta.
Mas eu conseguirei. Porque agora sei o que é preciso.

O que eu quero dizer, é que não importa o que os outros falem ou achem. O importante é buscar aquilo que você quer, acredita, deseja, procura. Aquilo que descansará sua alma.
Eu já provei muita coisa pra muita gente. Sei que não fiz feio. Mas também não fiz o melhor por mim.
Hoje minha alma está ferida, e a culpa é inteiramente minha. Não há quem eu possa culpar. Se fui tola em acreditar que o melhor era dedicar-me à ser o que os outros querem, só para me aceitarem, me amarem mais, agora não posso culpa-los.

Realizei o sonhos de uns, e encerrei os meus.

E você? Ainda há chances de recomeçar!
Não perca mais tempo. Corra e lute pelo que acredita. O mundo não fará isso para você. Nem por você! ;)

Beijos,
Ana M.