quarta-feira, 19 de setembro de 2018

#Resenha: A Rosa da Meia-noite, Lucinda Riley

E aí, gente, tudo beleza?
Hoje tem resenha de um livro que me surpreendeu bastante!
Confira!

Eu já tinha lido A Casa das Orquídeas e não tinha gostado tanto, porém, resolvi dar mais uma chance para outro livro da autora irlandesa, Lucinda Riley, e comecei A Rosa da Meia-noite ano passado. Entretanto, no começo a história não me cativou e abandonei logo nas primeiras páginas.

Esses dias vi alguns livros dela na net e as capas sempre me chamaram muito a atenção, por isso resolvi voltar a ler A Rosa da Meia-noite, e me arrependi de não ter lido-o antes!

Que livro bom!

Uma história de amor com mistério, drama e muitaaaaa cultura!

A Casa das Orquídeas não me ganhou devido aos personagens serem tão chatos kkkkk mas eu já tinha gostado muito da autora misturar países e culturas tão diversas, e nessa obra não é diferente, como em todos os outros livros da autora, há capítulos narrados no presente e outros no passado, cada um em um país diferente. Adorei isso! Amo demais livros que mostram aberta e ricamente a cultura de outro país.

O livro conta a história de Annahita Chavan, uma jovem indiana de 11 anos, que após perder o pai, vive com a mãe uma vida pobre e sem rumo, esperando crescer e fazer um casamento que a supra. Anni adora aprender e tem um dom espiritual, por assim dizer, que herdou da mãe, dom este que a avisa se alguém vai morrer ou que acabou de morrer e que traz todo um sentido novo para a história.

Numa viagem, ela acaba conhecendo a filha do marajá e da linda e popular marani, Indira, e se tornam grandes amiga, tanto é que Indira fica doente longe da amiga, "obrigando" Anni a ir morar com ela.

O melhor que poderia acontecer na vida da menina é ir morar no palácio do marajá. Ela não é apenas tratada como filha, como também recebe amor e apoio da marani e pode estudar o que quiser, seu sonho e de seu pai, e que depois da perda dele, teve que tentar esquecer, já que suas condições não lhe permitiam ir além.

Quando as meninas estavam com 14 anos, a marani as leva para a Inglaterra cursar uma boa escola, e lá muitas confusões e corações se desabrocham, pois, com o estouro da Primeira Guerra Mundial, elas precisam deixar a escola e ir morar na casa de conhecidos da marani. 

Nessa casa, Anni conhece Donald e se apaixonam rapidamente, o problema é que a família dele está falida (querem o obrigar a se casar com uma herdeira rica) e ainda por cima sua mãe é bem xenofóbica e totalmente preconceituosa, o que poderá minar a relação.

Nos dias atuais conhecemos a jovem atriz americana Rebecca, que vai à Inglaterra para filmar um filme de época que se passa numa casa alugada, sim, a mesma que Anni e Indira moraram quando moças. Lá, ela conhecerá o Lord herdeiro também falido e o jovem recém chegado da Índia, Ari, que tem uma história peculiar e que envolverá esses três na história de mais de 80 atrás de Annahita e Donald.

Tudo isso que contei não é spoiler, fiquem tranquilos!
A história parece simples, todavia, é cheeeeia de ligações e muitas surpresas!

O que o Ari vem fazer na Inglaterra é muito curioso e quando vamos descobrindo aos poucos, as surpresas e a ansiedade pra ler tudo é sem fim! Tanto é que o livro tem quase 600 páginas e li em apenas dois dias, porque eu simplesmente não conseguia largá-lo.

A vida da Anni é cheia de altos e baixos, e ela é uma jovem muito honesta e prestativa, quando se apaixona, dá tudo de si, e com isso abre um novo caminho para si, que muda sua vida parecendo. Trazendo coisas boas e é claro, ruins também, senão não seria amor. kkkkkk

Eu amei essa personagem, achei ela muito real e bondosa, brilhante. Só não gostei de algumas de suas atitudes tão voltadas pros outros, não pensando em si, ela se prejudicou muito, o que me fez refletir sobre a importância de nos valorizarmos e do amor próprio, não é egoísmo nos amar e nos proteger, e acho que ela deixou isso bem em falta.

O seu dom espiritual não é bem explicado, mas sabendo que na Índia a religião é diferente, seus costumes e crenças, achei tudo muito interessante e tem um papel importantíssimo na história. 
Quem tem "medo" de ler livros com religiões diferentes da sua, pode ler sem medo, que não tem "pregações" não, apenas mostra outra cultura e suas variadas crenças e fé.

Quanto à Rebecca, gostei dela, embora ela seja meio apagadinha. Ela teve uma vida sofrida e acaba num relacionamento que na minha opinião é bem abusivo, com um ator famoso de Hollywood que se acha e chega a humilhá-la dizendo que ela só faz filmes por ser bonita, porque talento não tem muito. Achei um horror isso, eu dava um tabefão na cara dele se ele me falasse isso. Porém, aos poucos compreendemos a personalidade dela e porque ela ainda o aceita. 

Seu desenvolvimento na trama é muito bom e gostei de acompanhar o desenrolar das gravações do filme!

O final foi surpreendente! As cenas finais me arrepiaram e, nossa, quase chorei!
Um livro maravilhoso!
Indico!



Essa é a segunda resenha de Setembro do Desafio Literário Livreando 2018.
Da opção: um livro começado e ainda não terminado.
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Beijos,
Ana M.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

#Resenha: É Agora... Ou Nunca, Marian Keyes

E aí, gente, tudo bem?
Hoje tem resenha de uma autora que eu estava louca pra ler!
Confira!

Conheci a Marian Keyes há seis anos, lendo resenhas dela nos primeiros blogs literários da época. (Me senti velha agora kkkk). Porém, quando pegay emprestado da biblioteca do bairro, o exemplar de Melancia, um de seus maiores sucessos, não consegui passar dos primeiros capítulos e fiquei com ranço até agora.

Entretanto, lendo até hoje tantas resenhas ótimas sobre a autora irlandesa, resolvi ler pelo menos três obras dela esse ano, e a primeira foi É Agora... Ou Nunca, que eu gostei, embora tenha me decepcionado muito no final.

O livro é enorme, e vai contando o dia a dia de três grandes amigos: Katherine, Tara e Fintan.
Fintan é gay, tem um relacionamento de anos com Sandro, um italiano foférrimo, e ama demais as amigas. Eles são muito unidos e é lindo acompanhá-los em suas "traquinagens". No entanto, Fintan descobre que está com câncer e pode morrer logo, a qualquer momento, na verdade, e com isso impõe um último pedido às amigas...

Katherine é filha de mãe solteira, o que a deixou abalada a infância inteira, e depois, tendo tido tantos relacionamentos roupidos, ela já não liga mais pro amor, não quer nem saber de homem, seja ele quem for. Tornou-se fria para relacionamentos.

Tara é gorda e está morando junto com o namorado Thomas, há dois anos. Primeiro, teve um relacionamento anterior rompido porque o cara não queria se casar, mas se casou pouco tempo depois de largá-la, e agora vive esse relacionamento extremamente conturbado com o nojento do Thomas. Um homem aproveitador, abusivo, mesquinho, e põe aí vai todos os adjetivos pra canalha, que é o que ele é.

É claro que esses amigos tentam ajudar um ao outro, só que é difícil, porque nenhum deles, está, afinal, aberto para resolver suas próprias vidas. Com o choque da morte iminente de Fintam, Katherine e Tara prometem cumprir seu último pedido.

E o pedido de Fintam nada mais é que Katherine lute pelo amor, e se apaixone novamente, lhe dando uma oportunidade de amar, de se abrir, sem ter medo de rejeições.
E para Tara, quer que ela termine o relacionamento com Thomas, e seja feliz sozinha ou com quem for, sem ter aguentar abusos e preconceitos.

É claro que as meninas endoidam com esse pedido, mas aceitam.

Não se preocupem, que nada disso que eu contei é spoiler, isso tudo já vem na sinopse.

Eu gostei do livro, até a metade, mais ou menos, mas depois acho que ficou com umas 200 páginas desnecessárias. Eram umas repetições dos lamentos das meninas, a Tara que não se resolvia com o Thomas, etc.

O drama da Katherine tem um motivo todo, e gostei desse segredo dela, que a fez temer tanto se relacionar. Não achei tão traumatizante assim, porém, cada um tem seus motivos, e ela tinha um triste.

A Tara, no entanto, me fez passar muita raiva. O Thomas era um nojento. A humilhava todo santo dia por ela ser gorda, gastava o dinheiro dela, a humilhava de outras formas, deixava claro que jamais se casaria com ela, e chegou a falar em público que ela não era bonita como a namorada dos amigos. Daí, ela não quer largar dele, porque não quer ficar sozinha. Esse era seu único argumento.
Desculpem, mas, affffffs, foi demais!
E ver todo o sofrimento dela passando fome, literalmente, porque ele não a deixava comer, também foi horrível.

Gostei da autora ressaltar o fato que não sabemos quanto tempo de vida temos e que precisamos aproveitá-lo, mas acho que poderia ter sido melhor, com personagens mais bem desenvolvidos e sem tanta enrolação.



Essa é a primeira resenha de Setembro do Desafio Literário Livreando 2018.
Da opção: autora que nasceu em Setembro, a Marian fez niver dia 10 desse mês! \o/
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Beijinhos,
Ana M.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

#Resenha: Norte e Sul, Elizabeth Gaskell

Olá, minhas people, tudo beleza?
Hoje tem resenha de um livro que eu estava ansiosa pra ler!
Confira!

Faz uns dois anos que conheci Norte e Sul, da autora britânica Elizabeth Gaskell, e depois de ler uma resenha que lhe indicava como muito parecido com Orgulho e Preconceito, na hora eu quis ler.
Porém, no começo desse ano, assisti a minissérie adaptada pela BBC, e gostei, apesar de ter pegado um certo ranço da protagonista, com isso, fui adiando minha leitura.

Mas, nesse início de semana, finalmente o li, e gostei. Embora não tenha virado preferido e continuei com ranço da protagonista. kkkkkkk

Margaret Hale, a nossa "heroína" muda-se para o Norte com os pais, seu pai é um clérigo que decide largar a igreja e ir dar aulas, tendo que se mudar da casa da igreja em que reside. Como ela nasceu no Sul rural, fofo e cheio das pompas, se surpreende ao conhecer a cidade fictícia de Milton, na Inglaterra. Um lugar frio, úmido e com muitas fábricas, pobreza e pessoas beeeeem diferentes das burguesas que ela está acostumada.

Com muito preconceito e estranhamento, Margaret vai fazendo amizade aos poucos, e conhecendo mais essas pessoas, chegando a gostar delas, menos do aluno de seu pai, sr. John Thornton, o sisudo dono de uma das maiores fábricas têxtil da cidade.

Margaret e John travam vários embates ao decorrer da leitura, o que preciso dizer, foi arrastada. Me obriguei a ler, porque eu realmente esperava um novo "sr. Darcy", mas, realmente, igual ao lindão Darcy da diva Jane Austen não tem!

O Thornton é legal, conforme vamos conhecendo-o mais, percebemos o cara batalhador e sofrido que ele é, tendo uma boa história de superação, e ainda por cima, se apaixona pela metidinha da Margaret.

Gente, o que tornou o livro chato pra mim e arrastado foi essa insuportável da Margaret! Pensa numa personagem chato, reclamona, nariz em pé e ainda fica querendo dar uma de Lizzie Bennet, sabe, toda cheio de opiniões, embora burrinha e sem fazer sentido algo, cresce, minha filha. Pra mim ela estragou tudo. kkk

O ponto do alto do livro é quando a Margaret presencia uma cena de agressão e passa por vários problemas a partir daí.

Algumas reviravoltas depois, os personagens mudam de opiniões, dão uma "amolecida" e tem um final recheado de surpresas.

Há algumas cenas de revoltas e greves trabalhistas também. Gostei de ver e entender mais sobre essas lutas naquela época, foi bem interessante. Lembrando que o livro foi publicado em 1855.

Sinceramente, gente, não gostei, não.
Principalmente, porque achei o final triste para alguns dos personagens mais legaizinhos.

A minissérie da BBC ficou muito parecida, super bem adaptada e conta com o lindo do Richard Armitage como sr. Thornton.
Pra quem tá na dúvida em ler ou não, indico assistir a minissérie, da pra ter uma boa base sobre a história, além de ter uma emoção maior do que no livro!

Confira o trailer!




Essa é a quinta resenha de Agosto do Desafio Literário Livreando 2018.
Da opção: um livro que virou série.
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Beijos,
Ana M.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

#Resenha: Colheita de Rubis, Tessa Afshar (Duologia #1)

Oii, gente, tudo bem?
Hoje tem resenha de um livro que eu queria muitoooooo ler!
Confira!

A escritora iraniana, Tessa Afshar, escreve romances históricos, com uma pegada cristã. Ela pega aquelas histórias da Bíblia, ou de locais lá citados e com isso escreve ótimas histórias.

Já tinha lido o livro Pérola na areia dela, que é a história da Raabe da Bíblia, mas reescrita, com bastante ficção e focando bastante no lado histórico, que amei.

Eu não gosto de romances históricos, não tenho paciência pra lê-los, ainda mais esses que têm batalhas, reis, rainhas, os cambaus, e etc.

Mas, como têm esse "quê" cristão, achei interessante e fiquei curiosa, como adorei o Pérola na areia, achei que ia gostar de Colheita de rubis também.

E sim, gente, gostei bastante. Porém, a parte histórica toda, ai Jesus, me deixa com sono kkkk Não gosto, não adianta, eu queria ver mesmo muitooooo romance e tal.

O livro conta a históra da Sara, uma jovem que perdeu a mãe há algum tempo e vive com um pai perdido para o luto. Como ele era escriba e naquela época - de 460 a. C. por aí, no reinado do rei Artaxerxes -, as mulheres ainda não trabalhavam, Sara começa a estudar línguas sozinha, e ao ser descoberta pelo pai, surpreendentemente, ele a ajuda a aprender mais.

Seu primo Neemias, - sim, aquele da Bíblia -, aparece de passagem, e quando descobre a grande escriba que Sara é, embora só estude em casa, ele lhe consegue um trabalho de escriba para a rainha Damaspia. Vivendo muito anos como a escriba maior, a única mulher, uma das mais inteligentes.

Ao descobrir através de uma carta que tinha uma armação para trazer contenda sobre a rainha e sua sogra, a rainha-mãe, Sara acaba inevitavelmente caindo nas graças de Damaspia, que lhe presenteia pelo favor prestado, com um noivo rico e cheio das pompas.

Entrementes, Sara não quer se casar. Não vê sentindo naquilo. Nem o conhece. E além disso, ela ama demais ser escriba. Profissão que teria de abdicar ao se casar.

Quando chega o casamento e Sara, que já não é acostumada a ser uma mulher delicada, despacha as servas da rainha sem as deixarem lhe arrumar, ela acaba "provocando" uma coisa engraçada e ao mesmo tempo, tensa e beeeeem sem noção, assim, já destroçando seu casamento.

Não posso contar o que ela faz, mas é algo que pra época era inaceitável, com isso, seu casamento foi um vexame e ela ainda tem que lidar com a fúria do noivo, Dario.

Dario é um homem chato e amargurado, casou-se obrigado pelo pai, e quando acontece esse vexame todo no casamento, ele fica irado e vai viajar com o rei, que é seu primo, e a rainha Damaspia, largando Sara em sua mansão, após humilhá-la na noite de nupcias. 

Sara fica deprimida, sem saber o que fazer, porém, aos poucos, vai ajudando a mansão do marido, vai construindo o lar, as coisas e as pessoas que ela vai conhecendo lá, as descobertas todas, são bem legais. E deu pra ver a mulher empoderada que ela é, apesar de bastante chorona e sem autoestima.

Depois, Dario volta, e aos poucos vai descobrindo a mulher tão diferente que tem! Porém, sem a perdoar pelo drama da celebração lá do casório.

Muitas coisas acontecem. É um livro muito bom, mas não posso falar mais pra não dar nenhum spoiler.

O que me incomodou um pouco foi ter tido taaaaanta explicação históricas, é o gênero do livro, só que como eu não gosto, cansei né. Explica muito sobre os reinados dos reis, as ocupações das mulheres, os afazeres dos homens, as formas de fé, etc, desses anos 400 e poucos a. C.

É bom demais pra quem quer saber mais sobre aquela época, mas eu queria mais romance, o que não teve muito :(

O final foi bom, em suma, bem leve, fofo, divertido e com bastante história.
Como ele tem um segundo volume, Colheita de ouro, li algumas resenhas que pelo jeito Dario e Sara terão mais cenas românticas lá. Assim espero, e não vejo a hora de lê-lo kkkkk



Essa é a quarta resenha de Agosto do Desafio Literário Livreando 2018.
Da opção: um livro fora da minha zona de conforto.
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Beijinhos,
Ana M.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

#Resenha: Em busca de abrigo, Jojo Moyes

E aí, gente, tudo bem?
Eu tô aproveitando muitooooo o friozinho pra ler bastante e assistir filmes legais!
E hoje tem resenha de um livro que eu estava ansiosíssima pra ler!
Confira!

Eu já li uns quatro livros da Jojo Moyes, e confesso, não tinha gostando muito de nenhum deles. Achei bons, mas nada demais. Como eu era antes de você então, eu detestei! kk Do início ao fim.

Porém, como Agosto é niver da Jojo, pensei em tentar ler mais dois dela. Quem sabe assim, tirava a prova, e gostava, já que esse ano tô me empenhando bastante em ler aqueles livros que quero há eras, mas nunca consigo terminar.

Comecei por O Som do amor, e detestei, parei na metade.
Fui pra Em busca de abrigo, e olha gostei bastante do começo, porém, da metade pro final ficou péssimo, detestei também, depois dessa acho que paro de tentar ler Jojo por aqui. kkkk

Em busca de abrigo conta a história de três mulheres, Joy, a avó, Kate a filha, e Sabine a neta.
Joy fica noiva na primeira vez que conhece o então futuro marido, numa ânsia por novidade, e devido a animação geral na Inglaterra por aquela ter sido a noite de coroação da rainha Elizabeth II, depois de alguns imprevistos e espera, ela acaba se casando mesmo e tendo Kate, que logo ao completar 18 anos, sai da cidadezinha que vive e vai em busca de uma vida melhor, mais alegre e com futuro na cidade grande, passando por diversos divórcios e romances tórridos, deixando a sua filha do primeiro casamento, Sabine, desesperada. Sabine, com isso, perde o total respeito pela mãe, e se sente muito sozinha e envergonhada pela situação em que vive.

O livro fala basicamente sobre isso. Essas três mulheres têm uma dificuldade ENORME de se relacionarem. Demais. Mesmo. A Joy errou, e depois, quando avó, erra mais ainda. Porém, a gente compreende ela, no final da história, quando descobrimos segredos de seu passado, o que a tornou tão dura e triste. Despejando essa frustração amarga na filha, e depois na neta, ela cria um abismo, que a meu ver, ficou intransponível. 

Sobre a Kate, dá pra entender a irresponsabilidade dela. Contudo, não acho que ela tenha tido problemas nos relacionamentos por causa dos problemas com os pais, mas sim, porque era o jeito dela, é como se ela quisesse se encaixar num estilo de vida da qual não fazia parte, não tinha jeito pra aquilo. Ela e o seu pai são bem superficiais no livro todo, dois personagens bem mal construídos.

Já Sabine eu achei ela legalzinha, à princípio. Ela era revoltada, e tinha razão. Apesar da mãe demonstrar amá-la, não agia como, deixando-a tão à deriva. E quando ela é obrigada a ir viver com a vó que praticamente não conhece, ela sofre demais. Ainda sendo desprezada por muitos, e tendo que viver com uma "nova" família tão fria como são seus avós e o tio. E sofrendo o desrespeito das pessoas que a maltratavam por não saberem de quem sua mãe engravidou, ainda solteira. Imaginem, né, o sofrimento dessa menina.

Não dá pra falar mais, senão acabarei soltando algum spoiler. O que posso dizer é que é uma história sobre família e seus problemas, sobre segredos que vão destruindo aos poucos, minando o amor, tornando a vida dessa família totalmente vazia. O quanto a falta de amor e perdão podem nos fazer sofrer e passar essa dor e amargura de geração pra geração.

Não gostei do final, ainda mais da atitude horrenda, supervulgar que a Sabine teve numa cena lá.
Enfim, desculpe quem gostou, aos fãs da Jojo, porém, os livros dela não são pra mim, não.



Essa é a terceira resenha de Agosto do Desafio Literário Livreando 2018.
Da opção: uma autora que nasceu em Agosto. A Jojo fez niver dia 4 desse mês.
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Beijos,
Ana M.

domingo, 12 de agosto de 2018

#Resenha: A Menina que colecionava borboletas, Bruna Vieira

E aí, gente, tudo em cima?
Hoje tem resenha de uma autora que eu sou louca pra ler há anos!
Confira!

Conheci a Bruna Vieira lendo resenhas de seus livros, que me chamaram muito a atenção, por serem tão positivas e empolgantes. Ela era chamada nas resenhas de fenômeno da internet, considerada uma blogueira que escreve muito bem e tal.
Fui atrás de seu blog e gostei, embora não tanto.
E, agora, finalmente li um de seus livros, A Menina que colecionava borboletas.

E o que posso dizer?
Difícil... kkkkkkk

Eu não gostei do livro e não achei essas coisas todas, não. Não é desmerecendo a Bruna, que realmente mudou a história dos blogs e se tornou uma das autoras mais lidas do Brasil, mas não gostei do livro. E não achei aquela obra de arte que eu esperava depois de ler essas resenhas tão fofas e inspiradoras. rs

É uma coletânea de crônicas sobre relacionamentos amorosos, é bom, tem sim muito do nosso cotidiano, de indecisões, inseguranças, muito amor, conquistas, sonhos e vitórias.

Li em dois dias, pois as crônicas são fluídas e curtinhas. Algumas parecem ser sobre fatos que aconteceram na vida da autora, outros parecem ser ficção mesmo.
Falam sobre todas as coisas boas e ruins de um relacionamento e o quanto ele muda a gente.
As coisas boas que só nos acrescentam, e também aquelas, que gostaríamos de esquecer pra sempre.

Algumas crônicas foram fofas e com uma boa mensagem.
Mas, realmente, não me tocou. Achei bem bobinho na maior parte.
Acredito que seja um livro mais adolescente, mais leve, sem grande profundidade, sem muitas experiências marcantes e emoções.

Acho que se tiver a oportunidade ainda leio mais algum da autora.

Leiam e tirem suas próprias conclusões! kkkk



Essa é a segunda resenha de Agosto do Desafio Literário Livreando 2018.
Da opção: um livro de capa preta.
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Beijos,
Ana M.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

#Resenha: Obsidiana, Jennifer L. Armentrout (Saga Lux #1)

E aí, gente, belezoca?
Hoje tem resenha de um livro famosíssimo e que a maioria dos leitores amaram, mas eu não! kkkkk
Confira!
Obsidiana, de Jennifer L. Armentrout, é um dos romances sobrenaturais mais famosos e lidos dos últimos dois anos.

Com resenhas e indicações positivíssimas, é claro que eu fiquei com muita vontade de ler!

E realmente a escrita da Jennifer é maravilhosa. Divertida, fluída, quando você vê, já está na metade da obra num piscar de olhos. Tanto é, que o li em três dias.

A história fala sobre Kate, uma jovem que acaba de mudar de cidade com a mãe, para tentar recomeçar e seguir em frente depois da morte do pai, que embora já tenha 2 anos que faleceu, ainda deixa-as muito tristes e deprimidas.

Enquanto sua mãe trabalha de enfermeira, Katy que é blogueira literária (ai, que amor!), passa a ler e fazer postagens em seu blog e também a cuidar de seu jardim. Como precisa de materiais de jardinagem e ainda não conhece bem a cidade, resolve bater na porta do vizinho do lado e pedir informações.

E assim começa a história...
Daemon, o vizinho é um chato e extramente grosseira, embora Dee, sua irmã gêmea, seja uma fofa, divertidíssima.
Ela e Katy se tornam amigas rapidamente e passam a fazer tudo juntos, porém, o Daemon continua sendo grosseiro. Desde a primeira vez que vê Katy a trata mal e segue assim o livro todo. Com desculpas de que ela não é a melhor pessoa a ser amiga de sua irmã, Daemon pega pesado, perturbando-a e humilhando-a o tempo todo.

Alguns acontecimentos estranhos passam a acontecer com Katy. Um dia ela é atacada por um cara estranho ao sair da biblioteca, noutro quase é atacada por um urso, até que um fato mais estranho ainda e quase fatal, que não posso dizer o que é pra não dar spoiler, acontece e Daemon e Dee mostram-se diferentes. Demais. É aí que Katy descobrem que os dois são aliens, vieram do planeta distante Luxen e tem muitos poderes, além de alguns inimigos mortais...

É uma trama bem adolescentes, sem grandes reviravoltas. Na maior parte do tempo, acompanhamos Katy com Dee, admirando e suspirando por Daemon, mesmo ele a tratando supermal. Vemos também eles na escola, seus relacionamentos com demais alunos e aliens que aparecem.

Sinceramente, não gostei nada! 
A Katy e a Dee salvam o livro, pois são fofas e muito engraçadas, mas, o Daemon estragou tudo, a meu ver. Que cara escroto! Ele é muito, muito grosso e humilha a Katy o tempo todo. Há sim, uma tensão sobre eles. A gente percebe o clima e a Katy vai se apaixonando aos poucos. Contudo, pra mim ele é horrível! Do que adianta ser lindo todo-todo, se é arrogante, insuportável e intragável desse jeito?

A parte sobrenatural até que foi legalzinha, porém, não teve muita coisa, foi mais introdutório, acredito que os outros livros da saga serão mais eletrizantes. Se não me engano, já temos 5 deles lançados no Brasil.

Enfim, é um bom livro pra relaxar, sair de uma leitura pesada. Embora o Daemon tenha estragado tudo! kkkk Fiquei curiosa pra saber o que acontecerá nos próximos volumes da saga, no entanto, não lerei de tanta raiva dele! rsrsrs




Essa é a primeira resenha de Agosto do Desafio Literário Livreando 2018.
Da opção: sobrenatural.
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Beijos,
Ana M.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

#Resenha: Hannah's Hope, Karen Kingsbury (Série Red Gloves #2)

Oii, gente, tudo bem?
Hoje tem resenha de uma das minhas autoras preferidas!
Confira!

Hannah's Hope é o segundo livro da série Red Gloves, e um dos mais antigos da autora americana Karen Kingsbury. Ele é bem curtinho, tipo de banca e rápido de ler.

Eu adoro os livros da Karen, e quero ler todos dela, ainda esse ano, se bem que são mais de 80, então, só milagre pra eu dar conta de todos!

Mas, como esse têm um pouco mais de 200 páginas, li em 2 dias.

A história conta sobre a jovem de 15 anos, Hannah, que vive praticamente sozinha em sua mansão. Seus pais viajam o tempo todo, já que o pai é político, e agora há poucos dias antes do natal, a mãe, Carol, avisa-a que não poderão passar o natal juntas devido a essas viagens que ela e o marido fazem.

Hannah fica muito triste e desesperada, porque queria muito ficar mais perto de sua família. Ao conversar sobre isso com o motorista de sua mansão, ele lhe diz para orar que um milagre de natal pode acontecer.

Hannah não tem muita fé, lhe pede que ore por ela e não pensa muito sobre o assunto.

Ao reclamar com a mãe ao telefone sobre seu desejo de passar mais tempo com os pais, Carol decide enviar uma carta à Hannah contando-lhe sobre um segredo do passado que poderia "deixar a menina ocupada nesses dias sem a incomodar", sim, é isso que ela pensa!

E o segredo nada mais é que, Hannah é filha de um namorado que ela teve antes de se casar com o atual marido, e que esse ex-namorado, Mike, o pai de Hannah, entrou para o exército, Carol decide deixá-lo e vai pra casa de seus pais com Hannah, já com quatro anos de idade. E aí acaba por casar-se com o homem que criou a menina.

Agora imagine que mulher mais louca e sem coração! Conta isso apenas pra menina, em forma de carta. Hannah fica louca quando descobre, mas, ela realmente se lembra de ter tido outro pai, e por isso, começa a procurar por Mike, mesmo tendo apenas seu nome e a suposta profissão que ele seguiu.

Com alguma facilidade, Hannah vai descobrindo mais sobre o pai, porém, uma tragédia que se segue abala a todos.

Como eu disse o livro é bem rápido e se eu falar mais, posso soltar algum spoiler.

O que posso dizer é que nessa empreitada atrás do pai, Hannah passa a estreitar os laços com a mãe e a descobrir mais detalhes sobre o relacionamentos dela com o pai. 
Sobre a procura do pai, olha, gera muita confusão, então, não posso contar mesmo.

É um bom livro pra passar um tempo depois de uma leitura mais complexa.
Bem leve e faltou todo aquele tema forte baseado em fé que a autora escreve tão bem.
Não gostei muito, não.
Porém, continuo firme lendo todas as obras dela que caem em minhas mãos.

* Leia também as demais resenhas da Karen Kingbury publicadas aqui no blog:
- Gideon's Gift
- Redenção #1



Essa é a quinta resenha de Julho do Desafio Literário Livreando 2018.
Da opção: um livro de capa laranja.
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Beijos,
Ana M.

sábado, 28 de julho de 2018

#Resenha: A Livraria dos Finais Felizes, Katarina Bivald

Oii gente, tudo beleza?
Hoje tem resenha de um livro que fazia anos que eu queria ler!
Confira!

                     
Já fazia anos que eu queria ler A Livraria dos Finais Felizes, da autora sueca Katarina Bivald. Toda essa magia de ter uma livraria e mudar a vida das pessoas com ela, me encantava. Porém, infelizmente, o livro foi bem decepcionante. :(

Achei a história muito rasa e sem sentindo em algumas partes, além de bastante arrastada.

Conta a história da jovem sueca, Sara, de 28 anos, que trabalhava em seu país numa livraria, mas como acaba perdendo o emprego, vai para os EUA conhecer Amy, uma amiga virtual que conheceu através de uma troca de livros na net, e passaram a se corresponder a partir de então.

Trocando mensagens, livros e experiências literárias, Amy e Sara tornam-se amigas íntimas, e à convite da americana, Sara resolve passar uns tempos com ela, conhecendo um novo país e compartilhando mais aventuras literárias.

O que Sara não esperava era chegar numa cidade pequena, pacata, sem graça, com muitoooooos cidadãos fofoqueiros, e o pior dos piores: Amy morreu e o seu velório está chegando ao final naquele mesmo dia.

Sara fica estupefata com a notícia que a "Grace" da lanchonete lhe dá, e quando chega na casa de Amy e vê o final do velório, nem sabe o que pensar e o que fazer.

Os vizinhos de Amy já sabiam da vinda de Sara, então, lhe incentivam a permanecer na casa de Amy e tentar se estabelecer nos EUA.

E assim, com muitas personagens pacatas, irritantes e problemáticos, Sara vai conhecendo-os e fazendo amizade, até que resolve abrir uma livraria e ajudar, através da leitura, esses moradores infelizes.

É fofa essas atitudes de Sara, o que rende mais confusões e algumas cenas engraçadas, mas não é nada de mais.

Achei bem forçados os personagens, ficaram de um cômico estranho, fantasioso, beirando ao debochado. E a Sara é bem na dela, só pensa em ler, e só quando abre a livraria é que consegue fazer novas amizades e se entreter mais. Ajudando um pouco.

A ideia é boa, mas acho que a autora não soube desenvolver bem a questão da livraria e as características/desenvolvimento dos personagens.

Uma leitura leve. 


Essa é a quarta resenha de Julho do Desafio Literário Livreando 2018.
Da opção: uma autora sueca.
Saiba mais sobre o Desafio do querido blog Livreando, CLICANDO AQUI!

Beijinhos,
Ana M.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

#Resenha: S.O.S Fui Traída, Fê Friederick Jhones

Oii, gente, tudo bem?
Hoje tem resenha de um lançamento que eu adorei!
Confira!

Faz mais de um ano que acompanho a autora brasileira Fê Friederick Jhones nas redes sociais, e estava com todos os livros dela no kindle pra ler. Até que no começo do mês passado, ela anunciou o lançamento pra 27 de julho do chick-lit, S.O.S Fui Traída. Fiquei ansiosa e curiosa pra ler! Adorei a capa e sinopse e como já queria ler os outros livros dela, corri adicioná-lo na minha wishlist.

Li, então, o Ímã de Traste, primeiro livro e também chick-lit da autora e amei! E logo depois fizemos parceria, o que me deixou ainda mais feliz e ansiosa (porque, né, gente, sofro de ansiedade crônica por lançamentos que quero muito! kkkk).

Logo que a autora enviou o e-book corri ler, e gente, amei demais!
E olha que nem sou muito chegada a chick-lits.

O meu problema com chick-lit é que, na maioria das vezes, levando em conta pelo os que li, só tinham mulheres entrando em confusões e passando muita vergonha, mas faltava conteúdo gostoso, verídico e profundo. E tanto em Ímã de Traste, quanto em S.O.S Fui Traída, foi o contrário. É um chick-lit sim, com uma protagonista mulher determinada e cheeeeia de problemas, mas também, com muito conteúdo. Importante, real e emocionante. Adorei mesmo!

S.O.S Fui Traída conta a história da psicóloga Agda, que após 13 anos de casamento, descobre numa quarta-feira comum, que seu marido mantém um caso há 2 anos com uma moça linda, peituda e sem a menor vergonha na cara! É isso mesmo! Essa pomba gira da amante foi até o escritório da Ag contar pra ela do caso que mantém com o seu marido.

Imagine a surpresa, a estupefação e o desesperado da Ag!

Eu fiquei sem ar, querendo bater em algo e quase chorando só de ler essa cena!

A história da Agda com o Maurício Mércure (sim, eu precisava citar o sobrenome dele! Nem preciso dizer o quanto eu gostei, preciso? kkkkkk) é muito bonita. Ambos se conheceram ainda jovens, e nunca mais se largaram. Mal tinham dindim pro lanche, dividiam tudo, e mesmo na pobreza, mesmo sem luxos e jantares finos, se apaixonaram cada vez mais e tiveram uma linda história de amor e começo de casamento.

Minha reação ao ler o nome do M kkkk
Foi que me doeu, ao refletir, o quanto amamos certas pessoas, e com o passar do tempo por "M" motivos, deixamos de cultivar a relação, e aí, tudo pode desmoronar. Mas, será que era amor de verdade? Será que foram anos perdidos? É o que a Agda descobrirá.

Ainda sem saber o que fazer, e muito, MUITO TRISTE e perturbada com essa descoberta, após por o marido pra correr, Agda tira férias e passa a se trancar em casa se entupindo de coxinhas com refri de uva (o que quase fez minhas lombrigas saltarem pelo nariz, já que sou viciada em coxinhas e refris kkk), afinal, o que poderia fazer? Sua vida acabou.

Eu sofrendo com a Ag!
Mas com a ajuda de sua miga escritora, Lari, ela tenta recomeçar. E ao pegar alguns papéis do correio, recebe o folheto do S.O.S Fui Traída, tipo um grupo de AA, porém, com o objetivo de ajudar mulheres que foram traídas a se recuperarem. No total sentido da palavra.

E é aí que começa de vez a nossa história!

Não se preocupem que nada do que falei até aqui foi spoiler.

E, gente, sério, queria muito poder dar spoilers pra vocês, porque tenho muita coisa pra desabafar sobre o livro. Mas, né, óbvio que eu não vou, então, comprem o livro e depois me chamem pro papo! kkkkk

Ao chegar ao S.O.S, Ag conhece vários mulheres que passaram por uma ou várias traições, e que terão alguns passos a seguir e comentar lá no grupo. Passos esses, que as ajudarão a compreender o porque da traição, como voltar a se amar, a amar outra pessoa novamente, como perdoar, como restaurar e seguir com sua vida depois de ter seu casamento destruído, etc.

Não vou dar mais detalhes do livro, vou dar só a minha opinião.

Galerê, amei demais!
Esses passos parecem simples quando eu os li, junto com a Ag, em sua primeira vez no S.O.S, contudo, a cada passo que ela cumpria, era uma janela emperrada de sua vida que voltava a se abrir. A autora soube mostrar o quanto nos perdemos nos dilemas e rotinas da vida. O quanto deixamos de nos amar, e principalmente, o pior: o quanto deixamos de valorizar e proteger, cuidar mesmo, de nosso casamento.

Nada justifica uma traição e a autora foi clara quanto a isso. No entanto, com esses passos que a Ag segue, percebemos o quanto podemos destruir, o quanto nos fechamos pro amor, pra pessoa amada, o quanto o NÃO investir diariamente pode matar o relacionamento, o convívio básico mesmo. O amor perdura? Sim. A verdade é que quando é amor de verdadeiro ele perdura talvez até depois da morte, só que sem investimento de tempo, de carinho, de sinceridade, paciência, etc... ele vai secando, se afundando em mágoas, dores e perdas.

Eu adoro falar sobre casamentos. Já pensei até em estudar pra ser terapeuta de casais. Não sei explicar o porque, mas sempre gostei de ler sobre, de falar sobre esses assuntos, embora eu seja solteira, e esse é um livro muito bom, porque ele toca na ferida, mostra a realidade nua e crua, mas também mostra, que apesar de tantos erros e mágoas, é possível recomeçar, perdoar e tentar amar de novo.

Enquanto há vida, há esperança, certo? Então, o amor também subsiste em meios as provações.

A Ag é uma personagem que cresce ao decorrer da trama, se abre pra novas amizades e conquistas, aproxima-se mais de si mesma e supera, enfim, muitas de suas inúmeras provações.

Uma das coisas que amei também foi que no começo do livro ela é bem amarga e seca, até a achei chatinha, porém com o desenrolar, ela vai se deixando fluir, e fica leve e mostra a mulher apaixonante que é. O que me tocou, ao pensar que, muitas pessoas podem perder amores de uma vida, por deixarem a vida as endurecer. É triste isso, e muito, muito real.

Outro ponto, que não posso dizer abertamente como é, mas que adorei demais a autora abordar, é sobre relacionamentos abusivos. Foi muito tocante, importante e difícil de ler, embora tenha sido incrível a autora ter entrado nesse assunto, que precisa ser propagado através da literatura cada vez mais!
A escrita da autora é rápida, fluída e direta, o que tornou a leitura mais prazerosa.

Enfim, gostei demais do livro!
Ele é leve, tem cenas engraçadas, e só ao terminar percebi como ele me marcou e como cada capítulo mostra todas as importâncias que citei aí em cima (não vou repetir, porque tá virando um livro essa resenha kk).

Obrigadãoooooo a Fê por ter me enviado o e-book, pela confiança, parceria e pela presença aqui no blog!
Adorei!

Ah, eu tinha comentado na resenha de Ímã de Traste, no começo desse mês, que eu leria outros da autora, infelizmente ainda não os li, mas lerei em breve! É que como estou fazendo regime, ando muito triste, irritada e desnutrida kkkk daí nem ler direito tô lendo! kkkkk 

Minha reação no final do livro kkkk
Leeeeeiam!


Adicione o livro na sua estando do Skoob, aqui!

Para ler a sinopse e saber mais sobre a autora, CLIQUE AQUI!

A autora também fez um vídeo respondendo perguntas sobre o livro, assista aqui!


Beijinhos,
Ana M.

quinta-feira, 26 de julho de 2018

#Parceria: S.O.S Fui Traída, da autora Fê Friederick Jhones

E aí, galera, beleza?
Hoje eu vim trazer uma notícia da hora pra vocês!
O Elvis Gatão é parceiro da autora brasileira Fê Friederick Jhones!
EEEEEH!

Faz mais de um ano que acompanho a autora nas redes sociais e tenho todos os outros livros dela no meu kindle, e quando ela anunciou o lançamento de S.O.S Fui Traída, fiquei empolgadíssima para lê-lo, além de muito feliz ao fazermos a parceria!

A autora já me enviou o e-book e já o li todinho, e gente, o que eu posso dizer é vocês vão amar!
O lançamento é amanhã! 
Por isso, amanhã mesmo postarei resenha contando tudo o que eu achei desse livro mara!
Queria falar mais dele, mas vou guardar meu desabafo pro lançamento #porquesoudessas kkkk

Agora, que tal saber mais sobre o livro e a autora?

Sinopse: Esse é um livro sobre traição. Magda, ou Agda, como ela se apresenta, foi traída. Mas ao contrário do que você espera ao ler esse livro, você não encontrará um drama. Apesar de Magda se entupir de coxinhas e refrigerante sabor uva, ela também se mete em inúmeras confusões. O destino faz com que ela chegue a um grupo chamado “S.O.S fui traída” e lá tem de tudo. Desde uma modelo que ninguém acreditaria que foi traída até uma mulher acolhedora que passou por três casamentos. Junte-se à Magda, ou Agda, nessa aventura por doze passos divertidos e profundos, reencontrando a si mesma e rindo muito.
                                         • Leis os primeiros capítulos aqui! 


Fê é uma apaixonada por histórias, por isso fez Psicologia. Dona de um coração bobo, que tem a capacidade infinita de acreditar no amor, então passou a escrever, de tudo um pouco, poesias, contos e romances. Participou de antologias, escreveu colunas em revistas eletrônicas, é blogueira e autora no Wattpad. Ímã de Traste é seu primeiro Chick-Lit. Baiana, mora em Recife com seu marido e sua filha peluda, Belle.
                           Contato:   | Facebook | Fanpage | Instagram | Twitter | Wattpad

E ai, o que acharam?
A sinopse tá demais, né? Me conquistou de primeira, e com essa capa lindona, então!
Não percam e corram aqui amanhã pra ler a resenha!
Enquanto isso você pode ler AQUI a resenha do livro Ímã de Traste, também da autora, que eu li no comecinho desse mês e adorei!
E eu vou preparar a resenha de amanhã! Até!

Beijocas,
Ana M.

#Resenha: Fala Sério, Irmão! / Fala Sério, Irmã!, Thalita Rebouças (Coleção Fala Sério #7)

E aí, gente, beleza?
Hoje tem resenha de um livro que eu estava mais que ansiosa pra ler!
E é de uma das minhas autoras prefês!
Confira!

A Thalita Rebouças é uma das minhas autoras nacionais favoritas, e a sua coleção Fala Sério! é incrível! Com crônicas divertidíssimas sobre a adolescente Maria de Lourdes, a Malu.
Riu muitooooooooo com essa série espetacular!

E eu estava ansiosíssima pelo livro 2 em 1, o sétimo e último da série, Fala Sério, Irmão! / Fala Sério, Irmã!, que é divido em duas partes, uma narrada pela Malu sobre seu relacionamento com o seu irmão Mário Márcio, o Mamá, e na outra parte, sobre seu relacionamento com a Malena, a caçula.

Imaginem a minha surpresa e felicidade total ao ganhar esse livro lindoooooooooo da minha best-sister-friend Andressinha, junto com esse pote lindérrimo da mamy dela ♥ ADOOOOREEEEEI DEMAIS!! Surteeeei! E gritei muito de emoção lá na casa da Dedessah mesmo! Brigadaaaaaaaaaa miga!!! :*

Claro que chegay e já corri ler, mas devido ao cansaço, só terminei no dia seguinte, sábado passado. Não postei a resenha antes, porque esse regime que tô fazendo tá me deixando muito triste e deprê, super pra baixo, só pensando em comer, rsrsrsrs

Essa xícara linda de crochê também é outro presente lindo da Dedessah e da mamy dela 
Mas, hoje eu tô com tudo e corri vir resenhar pra vocês! rs

Fala Sério, Irmão! / Fala Sério, Irmã! é narrado pela Malu desde o nascimento de seu irmão Mamá e depois no nascimento da Malena.
Malu conta como foi saber que teria um irmãozinho, sua reação ao nascimento deles, o ciúmes, as birras, a infância a três, a dificuldade em ter que dividir os pais, e consequentemente, não ser mais o centro das atenções e muito mais.

A cada história eu ria mais. Todas engraçadíssimas, com muitas aventuras e dramas, à lá Malu(ca), e foi muito gostoso de ver, que embora com tanto ciúme, implicância e briguinhas, esses irmãos se amam muito e fariam qualquer coisa pelo outro para a família.

É uma delícia sempre ler sobre irmãos. Irmãos são presentes de Deus para gente (se bem que tenho que dar um puxão de cabelo na minha por não vir me visitar kkkkk) e é encantador, engraçado e até mesmo revoltante kkk ler sobre as traquinagens dos três.

Nem preciso dizer o quanto adorei e me diverti né?!

Leitura mais que recomendada!

E o melhor, apesar da ordem do lançamento, você poderá lê-los na ordem que quiser, pois não se trata de continuações, cada livro, tem um tema e crônicas diferentes!
Vou deixar abaixo a ordem de publicação. Pra mim, só faltar ler o sexto livro, Fala Sério, Filha!, narrado pelos pais da Malu, a Ângela Cristina e o Armando, e não vejo a hora de devorar mais essa maravilha!

Coleção Fala Sério!
- Fala Sério, Mãe!
- Fala Sério, Professor!
- Fala Sério, Amor!
- Fala Sério, Amiga! - LEIA A RESENHA AQUI!
- Fala Sério, Pai!
- Fala Sério, Filha!
- Fala Sério, Irmão! / Fala Sério, Irmã!

Indicadíssimo! Leiaaaaaaam!

Obrigadãooooooo Andressinha, amei demais o meu prisente! <33333333

Beijoquinhas,
Ana M.