segunda-feira, 20 de maio de 2019

#Resenha: A Lista Negra, Jennifer Brown

Oii, gente!
Bora para mais uma resenha de um livro que quero ler há anos!
Confira!
Já faz muitos anos que quero ler A Lista Negra da autora americana Jennifer Brown, mas o medo dessa leitura que eu já sabia que seria tensa me impediu.

Porém, li há poucos dias, e o que posso dizer? Gostei, sofri, me emocionei, quero ler todos da autora e acima de tudo: esse livro precisa urgentemente ser adotado nas escolas de todo o mundo!

Eu sofri muito bullying tanto na escola, quanto na faculdade, o que sim, prejudicou meu aprendizado, mas nem tanto. Acho que o que mais me prejudicou foi minha autoimagem, minha autoestima, meu eu com eu, rsrsrs

A personagem Valerie de 17 anos vai passar por isso, mas diferente de mim, ela fez uma lista com os nomes de todos aqueles que praticaram bullying com ela e com seu namorado, Nick.

O que ela não sabia é que num fatídico dia, Nick abriria fogo na escola, atirando em todos aqueles que estavam na lista, inclusive nela, que se jogou em sua frente para pará-lo e parou. Porque logo depois de ser atingida, Nick se suicidou com um tiro na cabeça.

Meses depois, fazendo tratamento com um psicólogo e ainda com dores na perna baleada, Valerie volta pra escola, e mais uma vez, seu mundo desmorona.

Eu gostei muito do livro e de todo o seu desenvolvimento, apesar de que pra mim, faltou mais coisas, mais acontecimentos. Pois, por ser narrado pela Val, temos mais suas lembranças do antes e do dia do ataque, e do presente, sua vivência na escola.

Diferentemente do que se possa esperar - uma redenção dos bullies - não é isso o que acontece. Mais bullying é cometido contra Val por ela ter sido a criadora da lista. O povo não deixa barato. E ela passa a ser perseguida nas aulas, além de todos os seus amigos terem lhe virado as costas, menos Jessica, outra que praticava bullying contra Val e Nick, mas foi ela quem Val salvou ao entrar na frente do revólver e Jessica tenta e quer se redimir sendo amiga de Val.

O livro é forte, intenso e triste.
O ataque que a Val passa não é certo, mas é compreensível. Afinal, vocês conviveriam normalmente com a jovem que criou uma lista para matar pessoas? Mesmo que não tenha sido a intenção dela matar?

Val só "desabafou" naquela lista. Nick foi um namorado perfeito, ela jamais imaginara o monstro ou doente, o que quer seja, que ele foi e o que ele faria.

É um livro que nos faz pensar, refletir sobre tudo, ainda mais sobre saúde mental. Até que ponto o bullying pode nos afetar? Cada pessoa reage de uma forma? E o perdão?

Eu sofri muito bullying e apesar da raiva e indignação que me deu, jamais pensei em matar alguém. Na verdade, acho quem faz bullying é muito vazio por dentro. 
Mas, é preciso ressaltar que cada pessoa age de uma forma. Não é porque eu, Ana, não sou uma assassina, que significa que o bullying não seja um ativador do mal.

Nick ERROU MUITO! Mas é importante que fique claro que erraram com ele também. Por isso esse livro TEM que ser lido nas escolas. Porque todos jovens precisam entender o mal que fazem em ofender, e do mal que fazem em deixar que essas ofensas atinjam seus corações e lhes transformem em más pessoas.

São muitas reflexões, não posso falar mais pra não dar spoiler, mas, gente, por favor, leiam esse livro!
Vale uma vida!

Essa é a segunda resenha de Maio do Desafio Literário Livreando 2019.
Da opção: gênero young adult.
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Beijos,
Ana M.

#Resenha: Nada mais a perder, Jojo Moyes

Oii, gente, tudo bem?
Bora para mais uma resenha de uma autora que estou viciada!
Confira!
E aí, #JojoLovers juntos e shallow now? Nada mais a perder era um dos livros que eu mais ansiava para ler da dona Jojo, porque essa capa + sinopse são simplesmente lindas, sem defeitos. Mas, não curti tanto assim essa leitura =/

O livro fala sobre a jovem francesa Sarah, de 14 anos, que é órfã e mora com seu avô, Henri, sua única família, em Londres. O avô foi um cavaleiro incrível na França e largou tudo para se casar com sua grande amada na Inglaterra, tendo que desistir do sonho, que por fim, passou para a neta.

Após seu avô sofrer um AVC, Sarah fica desesperada e sem dinheiro para comer e tratar do seu amado cavalo que está em um daqueles estábulos de aluguel.

Ao tentar roubar comida no supermercado, conhece e é ajudada pela advogada Natasha, uma mulher infeliz e muito amargurada, recém separada de Mac, que acaba a acolhendo e assim começa essa aventura.

Primeiro de tudo eu preciso pedir uma salva de palmas para esse ex-casal Natasha e Mac, porque mesmo pegando a menina no roubo, lhe dar um lar temporário e fazem muito, muito por ela, mesmo na minha opinião, ela não merecendo. Ah, eles estão morando juntos ainda, o porquê, tem que ler o livro para saber.

Sarah passa a morar com eles, que lhe dão casa, roupas, estudo, comida, e aí que parei de gostar da história, porque meu Jeovázinho, que menina insuportável! Gente, a Sarah sofreu na vida, ok, teve muitas perdas, mas, gente, as únicas pessoas que a ajudam e ela os trata tão mal, com tanta ingratidão. Do início ao fim.

Ao decorrer das semanas, para ficar com o cavalo, Sarah rouba dinheiro da carteira de Natasha, apronta poucas e boas e mente muito, muito, muito. Além de ter me dado um medo danado, porque uma menina de 14 anos saindo por aí fazendo tudo de arriscado que ela fez, nossa!

Natasha e Mac são muito bons e a histórias deles dois também. Uma história triste, que mostra um lado complicado e deteriorante do casamento, mas que valeu superapena e gostei muito de como a Jojo desenvolveu todos os perrengues deles! O final foi bem legal!

A Sarah só me fez passar dor de cabeça e mais nada!

A escrita da Jojo tá beeeeem fluída aqui e os personagens secundários são bem desenvolvidos e carismáticos também. A história toda se passa em Londres e amei, pois é um lugar que quero muito conhecer! Há várias explicações sobre cavalos também, não me incomodou, porém, não entendi tudo rsrs

O final da Sarah foi bom. A lição que tiro do livro é que devemos sonhar muito, lutar muito, buscar nossas realizações, porém, ter sempre o pé no chão, porque nem sempre tudo dá certo, e tudo bem se não der, é a vida, oportunidades melhores virão, o importante é estarmos felizes, saudáveis e contar com quem nos ama!

* Leia também as demais resenhas de Jojo Moyes já publicadas aqui no blog:


Essa é a primeira resenha de Maio do Desafio Literário Livreando 2019.
Da opção: que se passe em um lugar que quero visitar, no caso, Londres.
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Beijinhos,
Ana M.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

#Resenha: De bem com você, Sharon Jaynes

Boa tarde, gente, tudo bem?
Hoje tem resenha de um livro lindo que amei!
Confira!

Eu já tinha lido outros dois livros da Sharon e amado, mas esse me pegou de jeito! Que livro incrível!

De bem com você da autora americana Sharon Jaynes nos ajuda acima de tudo a trabalhar nossa autoestima.

Com textos rápidos e muitos exemplos, a autora nos mostra o quanto é importante trabalhar nossa autoestima, nos conhecer bem e lutar para vermos a verdade sobre nós mesmas. 

Saber e aceitar a mulher que somos.

Nesses exemplos todos, Sharon pontua o quanto as mulheres se sentem frustradas, feias, insignificantes e o quanto são inseguras, deixando que todas essas frustrações as privem de viver levemente, felizes e até de ter mais força para lutar por seus objetivos.

Utilizando textos bíblicos de apoio, Sharon denota o quanto Deus nos ama e o quanto Ele nos enche de talentos e aptidões. O quanto somos fortes, guerreiras, sensíveis e maravilhosas, e o quanto Deus nos usa para o bem e para o amor, acima de tudo.

Eu amei demais essa leitura! Ela abriu meus olhos para muita, muita coisa.

Eu, como qualquer outra mulher, também tenho diversas inseguranças e baixa autoestima, e com essa obra pude perceber meus talentos, aprender mais sobre a vida e sobre mim mesma, e principalmente, sobre tudo que ainda posso conquistar e que realmente não há razões suficientes para meus receios e inseguranças.

Adorei muito, muito!

É um livro rápido, gostoso e edificante!
Mais que indicado!
Leeeeiam!!


Essa é a quinta resenha de Abril do Desafio Literário Livreando 2019.
Da opção: que na capa tenha uma das cores da bandeira do Brasil.
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Beijocas,
Ana M.

#Resenha: Jane Eyre, Charlotte Brontë

Oii, gente, tudo bem?
Hoje tem resenha de um clássico!
Confira!

Hoje teremos uma resenha polêmica! kkkkkk
Bom, gente, preciso dizer que faz anos que eu queria ler Jane Eyre, da Charlotte Brontë, e, não gostei nada da história!

É um romance de época simples e beeeeem triste, obscuro, a meu ver.

Quando me indicavam esse livro diziam se tratar de uma personagem muito forte, e a Jane até é, mas nada de mais, nada de novo sob o sol. kkkk

A história é sobre a menina Jane Eyre, que após ficar órfã vai morar com uma tia louca e abusiva e um tempo depois vai para um internato, que depois de muito estudar, também se torna professora/preceptora.

Resolvida a dar aulas em casas de famílias abastadas, Jane coloca o anúncio no jornal e logo é chamada para cuidar e ensinar Adele, a protegida do misterioso e assustador, sr. Rochester.

E é aí que a história fica chata.

A Jane sofreu violência física e tortura psicológica da tia, até aí, ela reagiu com muita bravura e força, só que quando adulta e vai cuidar da Adele, eu não vi essa força.

Ela é humilhada por ser professora pobre, é destratada de inúmeras maneiras, e a única força que eu vi nela foi em abaixar a cabeça pra tudo. Fingir que não ouvia os insultos que lhe infligiram.

O sr. Rochester é bastante perturbador! Só no final sabemos tudo o que lhe aconteceu, e sim, ele até tem mesmo motivos para ser estranho, mas ele é muito grosseiro e assustador, nada confiável. Além de ter feito umas grosserias pra Jane também.

Porém, eles se apaixonam. De uma forma bem peculiar, sem aquele mimimi gostoso que a gente adora. De uma forma seca e rápida. Num dia estavam conversando polidamente como patrão e empregada, noutro, se beijando.

Tá que ela passou por poucas e boas na vida e têm seu lado misterioso/sombrio também, mas faltou amor, faltou carinho, faltou respeito, na minha opinião.

No final, quando tudo parecia estar dando certo, acontece algo horrível, uma descoberta sobre o Rochester meio macabra, que deixa a Jane no chão. Porém, o passado dela também lhe trouxe boas surpresas.

Nas últimas páginas tudo se ajeita. Porém, sei lá, não gostei. Esse romance se tornou o centro do livro, embora tenha sido tão sem graça, tão sem emoção.

Sinto muito quem amou, contudo, eu realmente não gostei dos personagens, nem do final da história.

E o que mais me dói é que comparam o Rochester com o sr. Darcy de Orgulho e Preconceito. Ah, dá licença, gente, que o sr. Darcy é um lindo, fofo e gostoso, nem se compara! kkkkkk

Assisti o filme e a minissérie da BBC, o filme ficou mais ou menos, agora a minissérie ficou muito bem adaptada!

Essa é a quarta resenha de Abril do Desafio Literário Livreando 2019.
Da opção: mencionado em outro livro, no caso, Jane Eyre foi citado e lido pela personagem Cecília, do livro Quando a música morreu, lido e resenha em março, veja a resenha aqui!
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Beijinhos,
Ana M.

#Resenha: Para todos os garotos que já amei, Jenny Han (Trilogia #1)

E aí, gente, beleza?
Hoje tem resenha de um livro muito amorzinho!
Confira!

Desde o lançamento de Para todos os garotos que já amei, da autora americana Jenny Han, fiquei louca para ler! Adorei a sinopse, a capa - principalmente! - e as resenhas que li!

Mas como não sou muito chegada a YA, acabei postergando a leitura, e gente, que arrependimento de não ter lido essa delicinha antes! Que livro bom!

Lara Jean é a protagonista e irmã do meio, sua irmã mais velha, Margot vai para a faculdade na Irlanda, e sobra pra ela cuidar da casa e da caçula, Kitty.

Sua mãe morreu anos atrás, e desde então, a casa e os cuidados das meninas ficaram a cargo de Margot. E apesar do medo e da saudade que sentirá dela, Lara Jean sabe que precisa aguentar firme para o bem de toda a família.

O que ela não contava era que suas cinco cartas de amor, que escreveu para meninos que amou no passado, seriam misteriosamente enviadas e uma série de confusões aconteceria!

Um desses crushes foi o Josh, o ex-namorado da Margot e vizinho delas. Josh e Lara Jean sempre foram muito amigos, e ela nutria um sentimento especial por ele, até que ele e sua irmã começaram a namorar, e para aplacar sua dor, ela lhe escreveu uma carta e a guardou numa caixa de chapéu que sua mãe lhe deu, mas sem o intuito de lhe enviar, apenas escreveu para se livrar daquele sentimento todo.

Outro de seus amores foi o Peter Kavinsky, o dono do seu primeiro beijo, e hoje um dos rapazes mais badalados da escola. E que namora com sua ex-melhor amiga Gen, uma megera!

Quando esses meninos recebem essas cartas, Lara Jean não sabe o que fazer tamanho sua vergonha e susto, ainda mais quando Josh vem tirar satisfações sobre ela "estar apaixonada por ele", ela acaba, então, aceitando o "trato" com o Peter, que é fingir ser namorada dele por um tempo, para que ele faça ciúmes para a Gen, já que terminaram recentemente.

E assim começa essa belezinha!
Ai, gente, a Lara Jean e o Peter são muito amorzinhos!
Adorei demais os dois.

Eles são muito divertidos e fofos. Além de ter toda aquela descoberta dos primeiros amores, o medo do futuro, as controvérsias da adolescência e esse namoro de mentirinha que passa a ser de verdade no core da Lara Jean!

Muitas confusões, desentendimentos e cenas maravilindas acontecem!

Adorei a família da Lara Jean, suas irmãs e seu pai são muito fofos e legais. E sua casa cheia de cores.
A cultura coreana é citada, pois sua mãe era coreana, e achei interessante a autora trazer mais sobre uma nova cultura tão distinta pra gente.

As inseguranças com relação aos seus sentimentos sobre o Peter e sobre o que ele realmente sentia por ela foram as cenas mais marcantes. Mostra toda a inocência e ansiedade dessa fase tão ruim e ao mesmo tempo tão boa de nossas vidas!

E preciso dizer o quanto me senti envergonhada conforme as cartas eram entregues! Jesus Christ! Se tivesse sido comigo, acho que eu mudava de escola tamanha a vergonha (bom, mas daí eu namoraria de mentira o Peter... kkkkkk).

O final é uma loucura!
E eu simplesmente preciso dos outros dois volumes pra hoje!

Ah, já ia me esquecendo, eu assisti o filme antes de ler, sem pretensão, achando que era um clichê bobinho, e me apaixonei, amei demais! Por isso me empolguei mais pra ler logo!
O filme ficou muito bem adaptado, bem parecido com o livro e os atores dão um show de talento. Principalmente o lindo do Noah Centineo (é, também me apaixonei por ele! kkkkk).

Um livro com muito amor, bem sessão tarde e várias confusões!
Leiaaaam!

Essa é a terceira resenha de Abril do Desafio Literário Livreando 2019.
Da opção: que comprei há mais de dois anos.
Saiba mais sobre o Desafio do querido blog Livreando, CLICANDO AQUI!

Beijinhos,
Ana M.