quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Resenha: Fairy in waiting, Sophie Kinsella (Série Mummy fairy and me #2)

 E aí, galera, como estão?

Hoje tem resenha de um livro que foi bem decisivo pra mim!

Confira!

Fairy in waiting é o segundo livro da série infantojuvenil Mummy fairy and me e o quinto que leio da autora inglesa Sophie Kinsella. E ele foi um livro decisivo pra mim, porque vi que não adianta eu tentar ler Sophie Kinsella. Realmente não consigo gostar dos livros dela, e paro por aqui kkkkkkkk

Ai, sério, o primeiro da série até que teve umas cenas engraçadas, embora nada de mais. Mas esse foi muito chato! Só quatro capítulos e levei quase o mês inteiro para ler.

Aqui a Ella continua louca para crescer e ganhar sua varinha. Ser uma fada como sua mãe é o que ela mais deseja, e por conta dessa sua ansiedade, ela aprontará poucas e boas.

Essas quatro histórias são bem isso, Ella pegando varinhas alheias e dando umas aprontadas, mas também sendo muito esperta e ajudando a mãe a salvar o dia. Já que sua mãe sempre erra e acaba se atrapalhando mais. Até transformá-las em macacas sem querer a mãe fez! kkkkkk

A única coisa que eu gostei na trama foram os personagens secundários, pois aqui aparece as parentes da Ella, tia, avó, etc., e fadas de outros lugares que têm comportamentos e estudos diferentes dos da mãe. Achei interessante, e acho que poderia ter mais cenas desses personagens estrangeiros e tal.

É uma leitura leve, curta, sem grandes novidades mesmo.

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* Leia as demais resenhas de Sophie Kinsella já publicadas no blog aqui:

- Samantha Sweet, executiva do lar

- Fiquei com seu número

- Fairy mom and me

Essa é a quarta resenha de outubro do Desafio Literário Livreando 2020.
Da opção: criança como personagem principal.
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Beijinhos,
Ana M.

Resenha: O Clube P. S. Eu te amo, Cecelia Ahern (Duologia #2)

 Boa noite, gente! Tudo bem?

Hoje tem resenha de um lançamento que me deixou emocionada! rsrsrs

Confira!

O Clube P. S. Eu te amo é a continuação de P. S. Eu te amo da autora irlandesa Cecelia Ahern.

Eu li P. S. Eu te amo há 7 anos, é o primeiro livro que me fez chorar - e muito! -, e se tornou um dos meus prefes da vida! 

Quando fiquei sabendo que ele teria continuação, fiquei feliz, embora receosa, com aquele pé atrás de não ser bom, sabe né, aquelas continuações desnecessárias? Pois é.

Comecei a ler o e-book no mês de lançamento, agosto, mas não fluía, parei.

Esse mês me esforcei e li. E, gente, é isso, achei desnecessário. kkkkkkk

Criei sim muitas expectativas, mas realmente a história não me ganhou. A ideia da autora foi ótima, mas os personagens foram todos muito superficiais e mal desenvolvidos, além de tanta reclamação, affffs, sinceramente, me decepcionou.

Então, aqui estamos anos após o primeiro livro, Holly agora tem uma loja com a irmã e está prestes a ir morar junto com o namorado.

No primeiro livro, ao ficar viúva e extremamente deprimida, ela precisa, com a ajuda dos amigos e das cartas do marido, se reerguer e sonhar novamente.

Vê-la com um namorado insuportável, ambos cheios de dúvidas sobre o relacionamento e a falta das suas amigas, me deixou bem angustiada, como se todo o esforço que ela fez no livro passado, não tivesse valido a pena.

Ao dar um podcast contando sua história, uma senhora a procurar para falar sobre isso, e ela foge achando que era fofoca. Semanas depois descobre que a senhora morreu de câncer e deixou debaixo de suas perucas, cartas para seus familiares e dando início ao Clube P. S. Eu te amo.

Seus amigos que ficaram, cada um com uma doença terminal diferente, procurarão Holly pedindo que ela lhes ajuda a escrever suas cartas e através das palavras dizer aquilo que eles querem e não sabem como dizer para seus familiares.

Holly vai enfrentar a família e o namorado chato, que não lhe apoiam, e até mesmo se sentindo obrigada, ajudará essas pessoas.

Eu gostei desse clube, mas é só isso. Capítulos curtos, sem muita emoção e desenvolvimento. Doenças e acontecimentos tristes se sucedem, e é só. Tudo corrido. Sem contar nas reclamações sem fim de todos os personagens.

A única coisa que gostei foi a participação pequena e rápida da Denise, amiga tão especial da Holly que conhecemos em P. S., aqui algo lindo acontece com ela pela intervenção de Holly, e foi a única parte que gostei.

Enfim, logo relerei P. S. e resenho aqui.

Me decepcionou tanto que vou fingir que P. S. nem teve continuação! kkkkkk

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* Leia também as demais resenhas de Cecelia ahern publicadas aqui no blog:

- O livro do amanhã

- Imperfeitos

Essa é a segunda resenha de outubro do Desafio Literário Livreando 2020.
Da opção: autora irlandesa.
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Beijos,
Ana M.

Resenha: Sol da Meia-noite, Stephenie Meyer (Saga Crepúsculo #5)

 Oii, gente, tudo bem?

Hoje tem um montão de resenhas para vocês!

Começando por esse livro que se tornou um dos meus preferidos da vida!

Confira!

Sol da Meia-noite é o quinto livro da saga Crepúsculo da autora americana Stephenie Meyer.
Amoooooo a saga! É uma das minhas prefes da vida, e mesmo não concordando com tudo que os personagens fazem na trama, gosto demais e não entendo como ela pode sofrer tanto hate!

O livro todo é narrado pelo Edward, e ele tem o dobro de Crepúsculo, e olha que a Bella é bem falante, rsrsrs

A história é a mesma, um vampiro que se apaixona por uma humana desastrada, rs
Uma cidade pequena e verde demais. E uma família de vampiros maravilhosa.

Eu amei tudo, cada segundo dessa leitura.

O Edward é muito divertido, irônico e fofo.

Toda a leitura foi surpreendente: como o encontro dos membros Cullen aconteceu, o relacionamento do Edward com cada um deles, a grandiosidade do poder da Alice, as tretas entre eles, sua união, a forma como se doam para se ajudar e até para encobrir seus erros, um pouco da vida antes de chegarem a Forks, etc.

Com quase 800 páginas, é claro que tem muita, muita coisa! A forma com que o Edward descreve a Bella é muito especial. Uma Bella que a gente não conhecia: carinhosa, prestativa, humilde e muito mais inteligente e interessante do que ela parecia nos demais livros em que ela narra, até porque né, a dona Bella só falava nele kkkkkk nem dava para a gente conhecer tanto dela.

Ai, gente, nem sei o que dizer. Pensa num livro maravilhoso?!

A cena de quando eles conhecem o James, uau! O poder do Jasper também ficou muito mais evidente e interessante.

A Rosalie tá mais chata e insuportável aqui, agora o Emmett me surpreendeu, por ele ser marido dela, eu achava que ele era mais sem sal, e ele realmente não tem tanto destaque nos outros livros, mas aqui ele é o melhor amigo do Edward e extremamente engraçado. Eu sempre ria nas cenas dele.

Enfim, meu preferido da saga, recomendadíssimo!


* Leia as demais resenhas de Stephenie Meyer já publicados aqui no blog:

Essa é a primeira resenha de outubro do Desafio Literário Livreando 2020.
Da opção: capa preta.
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Beijinhos,
Ana M.

terça-feira, 29 de setembro de 2020

Resenha: Rute - a estrangeira, Lycia Barros (Coleção Elas #1)

Boa tarde, gente, tudo bem?
Hoje tem resenha de um livro que amei demais!
Confira!

Rute - a estrangeira é o primeiro livro da coleção Elas da autora brasileira Lycia Barros, que é uma das minhas autoras prefes da vida!

E esse foi o melhor livro que li esse ano! 
Que livro incrível! Amo forte! <3

Ele é baseado no livro de Rute da Bíblia, e a pesquisa toda da autora + desenvolvimento da trama, ficou muito lindo, divertido e gostoso de acompanhar!

Rute é uma menina sofrida e solitária, a mãe não se importa muito com ela, não conhece o pai e quando se torna amiga de Noemi e acaba por se apaixonar pelo filho dela, Malom, vê sua vida ter um novo sentido.

Embora seja moabita, ela não concorda com as práticas religiosas de seu povo, e se torna uma judia pelo casamento, tendo fé e o buscando o Deus de sua nova família.

Dez anos depois, seu marido e cunhado morrem de uma peste (quase um coronga vairus) e Noemi decide voltar para sua terra, assim, fazendo Rute decidir-se em seguir a mulher que além de amiga e sogra, é também uma mãe e onde quer que ela vá, Rute a seguirá em obediência e amor.

Com muita dor, tristeza e pobreza, elas chegam a Belém e é lá que Rute passa a trabalhar na colheita de Boaz.

A história já é muito conhecida, então não vou dar muitos detalhas, pois, mesmo que você não seja cristão, provavelmente sabe quem é Rute e Noemi. E que história de fé, amor e servidão essas duas têm!

Ao conhecer Boaz, aí sim a vida de Rute muda completamente. Aos poucos, ela se vê apaixonada por ele, e o mais intrigante é que ele é um parente distante de seu falecido marido, sendo um dos homens que ela pode casar e recuperar a terra que perdeu ao enviuvar. 

Boaz é um doce! Que homão! Fazia tempo que eu não lia um livro tão bom e com um mocinho tão apaixonante! Se bem que a Lycia é ótima em criar mocinhos incríveis, o Dante que o diga! rsrsrsrs

A tragetória de amor e fé entre Rute e Boaz é cheia de desentendimentos, timidez e muita fofura! Achei tudo lindo, maravilhoso!

Não sei o que dizer, foi um livro que me ganhou desde a primeira página! Tô encantadíssima!

Um romance cristão emocionante, divertido e muito romântico!

Esse ano vou reler todos da lycia e em breve sairá mais resenha dela!

Mais que indicado!!!


Essa é a terceira resenha de setembro do Desafio Literário Livreando 2020.
Da opção: livro nacional.
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Beijocas,
Ana M.

domingo, 27 de setembro de 2020

Resenha: Anne de Green Gables, Lucy Maud Montgomery

 Boa noite, gente, tudo bem?

Esse mês foi bem corrido.

Não li muito, mas li livros que queria há tempos, e hoje tem resenha de um que esperei muito para começar!

Confira!



 Anne de Green Gables é o primeiro volume da série da Anne escritos pela autora canadense Lucy Maud Montgomery.

Terminei a série da Netflix e estava louca pelos livros. Pois a série é bem divertida. Mas não gostei tanto do livro.

Anne é uma garotinha órfã que é adotada por Marilla e Matthew, dois irmãos solteiros e idosos, que decidem adotar um menino para ajudar Matthew a cuidar da fazenda.

Por um engano, Anne que é adotada, e sua chegada na família é maravilhosa! Cheia de confusão, lágrimas e muita imaginação, Anne conquista de cara o coração dos irmãos. Por mais que Marilla se faça de durona, ela se vê entregue à menina.

Acompanhamos o dia a dia deles e a adaptação de Anne. Suas amizades na escola, lembranças do sofrimento que passou no orfanato, o sonho de ter uma família e a vasta imaginação que a faz brincar e criar sonhos e fantasias que lhe dão forças para passar por tudo isso.

Matthew é taciturno e tímido, mas é lindo ver ele se abrir para ela, se compadecer de suas dores.

A vizinhança é engraçada e com alguns rabugentos.

Enfim, é uma história que tem emoção e é bonita a relação que a Anne vai desenvolvendo com os pais adotivos e os amigos.

Só que os devaneios e falatórios dela me incomodaram muito. A leitura não fluía. A cada pergunta simples que lhe faziam, era um falatório sem fim. kkkkkkk

Achei também que as coisas demoraram para acontecer. Até que os anos se passam e Anne chega a adolescência e é incrível ver tudo o que ela conquistou.

O final eu não gostei. Foi muito difícil esse final. Me entristeceu, rs

Enfim, é sim um livro que indico. Bom para relaxar e se distrair. Porém, pra mim faltou leveza e fluidez na escrita.

Essa é a primeira resenha de setembro do Desafio Literário Livreando 2020.
Da opção: lançado antes de 2016, Anne de Green Gables foi publicado em 1908.
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Beijocas,
Ana M.