domingo, 26 de junho de 2016

#Resenha: Eva, William P. Young

Oii gente, tudo bem??
Como está o domingão?
Que tal aproveitar e conferir mais uma resenha? VEM COMIGO!


Quando li A Cabana de William P. Young em 2012, amei e fiquei encantada com todo o contexto complexo e reflexivo da trama. Aliás, vou reler o livro logo logo pra poder resenha-lo aqui.

Como as iniciais do Desafio Alfabeto Literário de junho são I e W, resolvi aproveitar a deixa e ler os Eva e A Travessia de William P. Young.

A Travessia ainda estou no começo, mas Eva foi uma leitura que me intrigou do início ao fim. Eu achava que seria uma leitura sensacional, porém, me decepcionei.

O livro conta a história de Lilly que é encontrada quase morta por John, este que vive num mundo paralelo aos outros planetas num tipo de comunidade, com outras pessoas cada qual com sua determinada função que até agora não entendi muito bem.

Eva, sim, ela mesma, primeira mulher criada por Deus, esposa de Adão, aparece a John e lhe encarrega de cuidar de uma de suas filhas que está para chegar. Lilly chega e John cuida dela como se fosse sua filha, nutrindo amor e cuidados extremos dedicados a garota.

Quase um ano mais tarde, Lilly sai do coma, quase completamente restaurada de seus traumas físicos e descobre através de John e de três sábios que aparece para acompanha-la, que ela é uma testemunha mandada por Deus, para presenciar fatos já acontecidos na humanidade e prega-los aos povos.

Lilly então passa a ter sonhos, junto com Eva ou sozinha, ela fica no Eden, presencia Adão sendo criado e amamentado nos seios de Deus (é isso aí, o autor descreve com essas palavras!!!), seu amadurecimento e crescimento até que ele vira a face pra Deus. Quando Adão da às costas para o Pai e olha pra dentro de si mesmo, percebe um vazio (Sem Deus vem o vazio, já que Ele é o Criador) e começa a querer mais, vem o egoísmo, a solidão, o orgulho, etc.

Deus cria Eva, isso tudo sendo presenciado por Lilly, e como uma forma de redenção e amor, Deus da a Adão o que ele quer: um semelhante.

Resumindo, eu não entendi bem o lugar que o John vive, o que exatamente as outras pessoas que vivem lá fazem e tal. Tem bastante coisas tecnológicas e simbólicas, porém, também não foram explicadas explicitamente. =(

O que deu pra entender foi isso. Que o homem quando deixa de olhar e confiar em Deus, fica só, e erra, erra feio. Só com a graça de Deus somos completos.

Foi uma leitura fluida, mas deixou muitooooo a desejar, ficou com muitas coisas sem explicações e um final meio sem sentido e com indagações em aberto.


Essa é a primeira resenha do mês de Junho para o Desafio Alfabeto Literário (Clique aqui para saber mais).
As iniciais correspondentes são W e I.


Leia também as resenhas dos meses anteriores participantes do Desafio Alfabeto Literário:
* Janeiro: Redenção, Karen Kingsbury e Gary Smalley
* Fevereiro: Pollyana, Eleanor H. Porter
* Março: As Cinco Linguagens do Perdão, Gary Chapman e Jennifer M. Thomas
* Abril: Doce Perdão, Lori Nelson Spielman
             A Lista de Brett, Lori Nelson Spielman
             Proibido, Tabitha Suzuma
             A Doçura do Mundo, Thrity Umrigar
              Trem-Bala, Martha Medeiros
              Doidas e Santas, Martha Medeiros

10 comentários:

  1. Esse livro parece ser bem confuso. Ou, se não for, assim como aconteceu contigo, eu não entendi bem o que o autor propõe.
    De toda forma, parece ser uma leitura interessante para quem curte livros com uma pegada mais religiosa.

    Desbravador de Mundos - Participe do top comentarista de julho. Serão quatro livros e dois vencedores!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Marcos, eu to bem acostumada a ler livros religiosos, e vou te dizer:ESSE É MUITO CONFUSO!
      Muitos detalhes tecnológicos sem explicações.
      Doido mesmo kkkkkk

      Obrigado pela visita =)

      Excluir
  2. Até hoje só li "A Cabana" deste autor. Gostei muito, mas não é um estilo que costumo ler, um só já basta. De qualquer forma gostei de ler a resenha, já sei o que esperar do livro.
    abraços
    Gisela
    www.lerparadivertir.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Eu também amei A Cabana, mas esse deixou muito a desejar.
      Espero que goste se você ler, Gisela!!
      Não tem nada pior que decepção literária, rsrs
      abraços

      Excluir
  3. Oi Ana,
    Eu tbm li A Cabana e gostei bastante. É um livro bem reflexivo e emocionante.
    Porém, não me animei a ler Eva, pq a sinopse não me atraiu.
    Uma pena que vc acabou achando o livro confuso e sem todas as explicações necessárias.
    Abraço,
    Alê
    www.alemdacontracapa.blogspot.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi Alê,
      também amei e me emocionei com A Cabana, as o Eva foi muito confuso e chato de ler, sinceramente!
      Abraços

      Excluir
  4. Que livro confuso! Eu tbm adoro A cabana, mas esse Eva parece mto estranho e mto religioso num sentido ruim. A Cabana trata de espiritualidade e isso me envolve, mas Eva parece divergir um pouco disso.
    Obrigada por participar do nosso #desafioalfabetoliterario

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Eva quase não é tão voltado pra religião, achei-o mais fantasioso!
      Bem louco! rsrsrsrs
      Eu que agradeço, adoro participar!
      bjão

      Excluir
  5. Hey! Esse livro parece ser um pouquinho confuso, mas nem mesmo A Cabana ainda tive oportunidade de ler.
    De qualquer forma, gostaria de avisar que te marquei em uma tag, caso queira responder.
    Um abraço!

    http://paragrafosetravessoes.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Muito confuso!
      Mas leia A Cabana, é ótimo!!!
      Obrigado, respondei sim!
      bjão

      Excluir

Deixe aqui sua opinião sobre o post!
Sem comentários ofensivos.
Assim que puder, retribuirei a visita!

Beijos,
Ana M.