terça-feira, 19 de março de 2019

5 Motivos para você ler Quando a música morreu, de Fê Friederick Jhones

E aí, gente, beleza?
Hoje eu venho com um post pra lá de especial!
Trago 5 motivos para você ler o livro lindo da autora Fê Friederick Jhones, Quando a música morreu!
Confira!



1. É uma releitura do conto de fadas A Bela e a Fera
Só que é muito, muitooooo melhor! O livro traz toda aquela delicadeza e romance do conto original, além de várias outras semelhanças, porém, os personagens aqui, não sei se por serem brasileiros, mas são muito críveis, cativantes. Daqueles que nos fazem sofrer, chorar, suspirar e sorrir juntos!

2. É nacional!
É uma delícia e uma honra para mim falar isso! Sério! Eu nunca vou entender como alguém pode dizer "que não gosta de livros nacionais". Eu adoro! Adoro mais os livros nacionais do que o Brasil, de fato! kkkkkk
O encontro da ficção com a realidade dos brasileiros é muito legal. Os personagens são batalhadores como todos nós. Amo tanto livros que mostram o Brasil como ele é: cheio de problemas, mas também cheio de riquezas e gente bacanérrima. 

3. Cecília e Álvaro
Quando começamos um livro é normal "torcermos" para o protagonista, certo? É, bem... nem sempre! Eu já desisti de vários livros e também li alguns na marra por não conseguir me simpatizar com os personagens principais. Diferente de Quando a música morreu, que tem personagens maravilhosos, desde os secundários ao casal principal. Cecília e Álvaro são muito reais, com problemas, dores, defeitos e talentos como a gente. Naturais e também muito fortes. Eu me vi na pele dos dois, me identifiquei com as suas dores e traumas e me apaixonei pelo Álvaro, rs <3

4. Tem muita música!!!!
Assim como os livros, a música sempre me tocou profundamente. Eu sempre quis trabalhar entre os dois, e ler livros que têm musicistas é divino. A gente sente a sonoridade perfeita de suas emoções através de sua música. É encantador, estimulante, e ai, gosto muito! #pormaismúsicosnaliteratura! kkkkkkk *

5. É um livro com amor, perdão e recomeços
Você escolhe os livros que vai ler? Eu escolho sempre pelas indicações que recebo e/ou leio e pela sinopse. Se for um livro cheio de amor, aventuras, muito perdão, superação e recomeços, parto já pra leitura! Porque a vida é isso, né, a gente tem que perdoar e se superar a cada dia. Gostei demais de ver o Álvaro buscar um recomeço, porque nunca é fácil, embora não impossível. 

* Ai, gente, socorro! kkkkk Lembrei agora que quando eu era adolescente queria escrever um livro sobre uma banda de rock! Hahahahaha (Adivinhem em que banda eu me inspiraria kk).

* Leia aqui as demais resenhas da autora já publicadas aqui no blog:


Geeeeente, e aí, gostaram desses 5 motivos? O que acharam? Deixem nos comentários!

Lembrando que o livro está em pré-venda até amanhã com um precinho de promo! Compre aqui!
Então é isso, gente!
Beijinhos
Ana M.


segunda-feira, 18 de março de 2019

#Resenha: Quando a música morreu, Fê Friederick Jhones

Boa tarde, gente, tudo bem?
Hoje tem resenha de um livro foférrimo que amei ler!
Confira!

Eu adoro muito releituras de contos de fadas, ainda mais quando é sobre A Bela e a Fera, como é o caso do livro Quando a música morreu, da autora brasileira Fê Friederick Jhones, autora que também adoro.

Mas eu não imagina que amaria Quando a música morreu ainda mais que o conto da Bela, gente, que livro top! E tãoooooo amorzinho, que li ele todo num único dia em 11 horas ininterruptas (o que me deixou com os ombros doendo, muita fome e início de desidratação, mas valeu a pena, indico! kkkkk), de tanta ansiedade para saber o que aconteceria com os personagens.

Eu li o livro em e-book em parceria com a autora, pois ele ainda está em pré-venda, porém, não se preocupem, vou deixar o link de compra lá embaixo!

O livro conta sobre Cecília, uma menina de 12 anos que se encanta pela música ao ver o filho do patrão de seus pais tocar violino em seu casamento. Daquele dia em diante, Cecília passou a cantar e mais tarde, a tocar piano, de tanta emoção que aquele músico lhe causou. Fazendo dela, uma musicista também.

Poucos meses após esse casamento, infelizmente a mãe de Cecília morre, e seu pai, Mauro, a manda para a capital a fim de que a menina tenha um bom estudo e um futuro pela frente.

10 anos depois, Cecília toca e canta lindamente, além de ser professora. Se torna uma jovem mulher muito esforçada e realizada. Até ser pega de surpresa pela carta da sua melhor amiga de infância, que ainda mora em sua cidade natal Vila das Estações, Jude: seu pai está muito mal de tuberculose, e ela precisa voltar logo para casa.

Ao voltar e internar seu pai numa clínica, Ceci precisa conseguir um emprego, e é na Mansão dos Medeiros que ela o encontra - lá onde fica o roseiral que sua mãe e seu pai também trabalharam. O que ela não imaginava eram as surpresas que aquela Mansão que ela tanto gostava e chamava de Castelo quando pequena, lhe reservaria.

Os outros livros que li da Fê eu já tinha amado, mas esse amei ainda mais, e como ele também me pegou de surpresa! Assim como a Ceci, eu fui completamente arrebatada por esse conto de fadas, de uma forma que além de eu não conseguir parar a leitura, ainda me senti dentro da trama, participando de cada passo dos personagens.

A Ceci é uma moça muito sonhadora, esperançosa e muito forte. Ela não aceita um "não" como resposta e luta pelo o que quer. Gostei muito da personagem, porque ela não é perfeita, como muitos romances gostam de "vender" as personagens principais, e sim, batalhadora. Tudo o que ela conquista e muda - e são muitas coisas - é porque ela realmente lutou por aquilo.

Modéstia à parte, mas me vi muito nela, rsrsrsrs

Como sua cidade produz e vende muitas rosas, o Roseiral Medeiros é um dos maiores produtores, todavia, com o sumiço das rosas vermelhas que não nascem de forma alguma lá, acabam tendo prejuízos e deixando Cecília intrigadíssima, pois ela ama muito rosas vermelhas, em especial as daquele Roseiral, que tanto marcaram sua infância quando sua mãe trabalhava nas colheitas e ela passeava e brincava em meio às rosas.

Quando Ceci começa a trabalhar de profe na creche da Mansão - para educar as crianças dos empregados - e na parte da tarde, de governanta na casa, Ceci se depara com um mundo totalmente sombrio e perturbador. O dono da casa, aquele mesmo musicista que ela tanto admirou, Álvaro, havia sofrido perdas inestimáveis o que o transformou num homem grosso, arredio, totalmente sombrio e morto por dentro - que me deu medo em algumas cenas! rsrs

Ceci vai aos poucos se infiltrando na vida de Álvaro e mesmo sendo rechaçada por ele diversas vezes, sendo magoada e tendo até um certo receio do patrão, Ceci consegue mudar muita coisa naquela casa, trazer mais luz a todos, e principalmente, ajudar Álvaro trazer à tona a pessoa bondosa e carinhosa que ele já foi um dia.

O Álvaro foi um personagem que senti muito amor e ódio, assim como a Fera, ele é muito sombrio, grosso e determinado a apagar a luz de pessoas luminosas, esperançosas, e eu sinceramente, no lugar da Ceci, acho que teria pedido as contas logo que o conheci! kkk Sério, achei ele bem perturbador e teve algumas cenas que tive vontade de gritar pra Ceci correr daquela casa! kkkkk

No entanto, o relacionamento de amizade que vai se estabelecendo entre os dois é bem legal de ver, tem altos e baixos, e aos poucos um vai ajudando o outro, e Álvaro vai voltando a ser o homem que um dia foi, conseguindo se perdoar pelo seu passado traumático...

Enfim, eu gostei demais, achei bem lindo e fofo, além de tocar em assuntos muito importantes, como ajudar quem precisa, estarmos mais atentos aos problemas das pessoas que nos rodeiam, a importância do perdão e do recomeçar em nossas vidas e o amor em produzir tudo o que façamos.

Os personagens secundários são maravilhosos também, a Jude e o Thomas me ganharam tanto, que agora eu queria um livro só deles! <3

O mistério do sumiço das rosas foi igualmente encantador! Me tocou muito, porque acredito muito que tudo o que fazemos por amor, floresce...

O final foi lindo mesmo, como num conto de fadas! Eu só queria mais informações, foi bem fechadinho, só que eu queria mais, #porquesoudessas =)

Muito lindo, indico!

Agradeço a autora pela parceria, adorei mesmo, obrigadão, Fê!

Amanhã sai postagem especial com os meus 5 motivos para ler Quando a música morreu! Anote aí para não esquecer, hein?!

O livro físico estará em pré-venda até o dia 20 de março, aproveite que ele está num precinho de promo!

Em breve também terá e-book na amazon, quando tiver, eu aviso lá na fanpage, por isso não deixe de curtir!

* Leia também as demais resenhas da autora Fê Friederick Jhones já publicadas aqui no blog:

Essa é a segunda resenha de Março do Desafio Literário Livreando 2019.
Da opção: conto de fadas.
Saiba mais sobre o Desafio do querido blog Livreando, CLICANDO AQUI!

Beijinhos,
Ana M.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

#Resenha: O Navio das noivas, Jojo Moyes

Boa tarde, galera, tudo em cima?
Bora pra resenha de um livro muito bom!
Confira!

Eu simplesmente amo e me encanto com as capas e resenhas sobre os livros da autora inglesa Jojo Moyes, porém, os outros quatro que li dela achei beeeem toleráveis, como diria o Sr. Darcy e, com isso, fui passando longe, só adiando a leitura! rsrsrsrs

Mas O Navio das noivas me chamou muito a atenção, primeiro, porque ele é baseado numa história real, e segundo, porque se passa ao término da Segunda Guerra Mundial, na Austrália em 1946.

A avó da Jojo foi uma das noivas que passou por essa viagem surpreendente!

Mulheres recém-casadas com soldados britânicos são levadas da Austrália para a Inglaterra no navio HMS Victoria, por cerca de seis semanas.

Na trama, acompanhamos tudo em terceira pessoa sob a ótima das quatro colegas de quarto: Maggie, que está grávida; Jean, uma menina muito vida louca kkk; France, uma enfermeira recatada e Avice, uma jovem rica, mimada e insuportável.

As quatro sonham com a chegada à Inglaterra e o recomeço de tudo. Do mundo pós-guerra, de seu casamento, a vinda dos filhos, o como se adaptar em um outro país e tudo mais.

A leitura foi arrastada pelas primeiras 50 páginas, mas depois fluiu muito! Eu simplesmente não conseguia parar de ler! Um livro com quase 400 páginas,  li em apenas três dias.

A Maggie foi a mais animada e mãezona de todas. Não só porque ela está grávida, mas porque ela sabe como conversar, como se adaptar em qualquer situação. É ela quem mantém as meninas unidas e tenta ajudar a todas.

A France foi a minha noiva preferida. Ela é maravilhosa, tem um jeito recatado, triste, na dela. Porém, conforme a história avança compreendemos seu jeito de ser, e vemos uma jovem lutadora, que sofreu muito na vida, contudo, não deixou que seu passado quebrado lhe tirasse os sonhos e a meiguice de viver!

A Avice é muito nojenta, arrogante e preconceituosa! Não consegui gostar dela em nenhum momento, e sinceramente, achei bem feito o tombo que ela levou no final! kkkkkk

A Jean é uma graça, mas ao mesmo tempo, muito vida louca. O que a colocou em muitas tretas e perrengues, além de prejudicar suas colegas.

O capitão do navio e um marinho solitário que guarda o corredor do dormitório das meninas também me ganharam. À princípio, são duros na queda. Só que conforme vamos conhecendo-os, percebemos o quanto a vida também foi dura com eles, e que todas aquelas mulheres, de certa forma, o convívio com elas vai lhes amolecendo e abrindo portas para novas chances em suas vidas.

O navio ao todo conta com mais de 600 tripulantes, então, imaginem o fervor!

Gostei muito do desenvolvimento da trama. É difícil falar mais, pois O Navio das noivas é um livro que vai nos mostrando o dia a dia dessas mulheres, têm muitoooos acontecimentos, muita emoção e sofrimento também!

Gostei tanto que já vou pegar outro da Jojo pra ler!
Leia, principalmente se você gosta de romances baseados em conflitos históricos!

* Leia também as demais resenhas de Jojo Moyes já publicadas aqui no blog:



Essa é a quarta resenha de Fevereiro do Desafio Literário Livreando 2019.
Da opção: com a capa roxa/lilás.
Saiba mais sobre o Desafio do querido blog Livreando, CLICANDO AQUI!

Beijinhos,
Ana M.

#Resenha: O Som do amor, Jojo Moyes

Boa tarde, gente, tudo bem?
Hoje tem resenha de um livro encalhado há eras!
Confira!

Por mais que eu adore chick-lit e a autora inglesa Jojo Moyes seja uma das autoras mais reconhecidas do gênero, os três livros anteriores (Um mais um, Em busca de abrigo e A casa das marés) que li dela não conseguiram me ganhar. No entanto, tendo O Som do amor e O Navio das noivas encalhados há muito tempo, decidi lê-los esse mês, sem discussão, e gostei bastante dessa experiência, me deixando com muita vontade de ler mais da autora! Pois é, que surpresa pra mim! rsrs

Em O Som do amor conhecemos a violinista Isabel, mãe da Kitty e do Thierry, que acaba de ficar viúva e perder todo o seu dinheiro e sua casa, mas, mais um golpe do destino lhe atinge, porém, ajudando-a, ela descobre que um tio distante lhe deixou um casarão velho numa cidadezinha interiorana. 

Extremamente deprimida, infeliz, enlutada e relutante, Isabel e seus filhos saem de Londres e vão para essa casa, tentando recomeçar.

Ao chegarem lá, se deparam com tudo que é má sorte. A casa caindo aos pedaços, vizinhos estranhos e intrometidos, falta de dinheiro, e mais uma série de problemas.

Isabel é obrigada a vender seu violino caríssimo, parar com seus concertos e dar aulas para conseguir uma graninha e vai perder dia após dia o pouco de dinheiro que tinha guardado na reforma da casa.

Matt e Laura trabalharam anos para o tio de Isabel, odiavam o velho, mas queriam muito herdar a casa. Quando Isabel se muda, os dois ficam nervosíssimo, e Matt que se apresenta como construtor, fará de tudo para expulsá-la de lá.

Matt foi o personagem que mais detestei na vida!
Mais até que o lorde Voldemort!
Gente, que personagem podre, lixo! Que homem nojento, escroto, cruel.
Ele foi muito, muito, muito mal e tenebroso com a Isabel e sua família, meu Deus, como passei raiva lendo esse livro!

Diferente dos outros livros que li da Jojo, esse foi o que achei mais rápido, li em dois dias 300 páginas, mas só porque eu queria desencalhá-lo mesmo, porque tive vários problemas com essa leitura.

O livro gira em torno dessa Casa Espanhola. Uma casa velha, suja, cheia de problemas, caindo aos pedaços e todos brigando por ela, vai aparecendo vários personagens só se interessando por essa porcaria, e a Isabel foi uma das personagens mais apáticas e bobas que eu já li também!

A mulher foi rica a vida toda, perdeu tudo junto com o marido, ok, compreensível ela ficar mal com a vida miserável que está sendo obrigada a levar, mas tipo, o filho pequeno para de falar depois que o pai morre, a filha fica tendo chilique toda hora, e ela não sai da cama, demora semanas pra ir procurar emprego, reclama de ter que vender o violino chique, só reclama e não corre dar um jeito na vida, fica lá esperando cair tudo do céu. Affffs, olha, não gostei mesmo! Muito boba. Sei que ela perdeu tudo, só que justamente por isso ela precisava buscar uma solução.

Os personagens todos achei bem chatos, sem personalidades. O único que gostei bastante foi o Byron, que cometeu um "erro" - que na minha opinião não foi errado -, no passado e é injustiçado e julgado o tempo todo por isso. Vive uma vida de pobreza extrema, porém, é muito humilde e trabalhador e mesmo a Isabel sendo grossa com ele, ele fará muito por ela e por seus filhos.

Outra coisa que muito me incomodou foi o Matt roubar e enganar tanto a Isabel e todos do bairro saberem e não lhe contarem nada. Tipo, a mulher foi o livro inteiro feita de boba e ninguém a avisou. Ela não acordava pra vida, até sua filha descobre, mas se cala. Ai, gente, credo, que falta de empatia!

O final foi uma surpresa pra mim!
Foi legal o que aconteceu, porque tipo, a ironia do destino serviu pra muitos, mas fiquei triste pela Isabel, apesar de que tudo se ajeita.

Não gostei do livro, mas tiro pra mim a lição de ser mais esperta na vida, lutar sempre e não julgar as pessoas pelas aparências!

* Leia também as demais resenhas de Jojo Moyes já publicadas aqui no blog:


Essa é a terceira resenha de Fevereiro do Desafio Literário Livreando 2019.
Da opção: personagem principal é mulher.
Saiba mais sobre o Desafio do querido blog Livreando, CLICANDO AQUI!

Beijinhos,
Ana M.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

#Resenha: Cabeças de ferro, Carol Sabar

Boa tarde, gente, tudo bem?
Hoje tem resenha de um livro que eu estava louca para ler!
Confira!

Como eu já disse, assim que eu que soube do terceiro lançamento da autora brasileira Carol Sabar, fiquei ansiosa pra ler! Eu já tinha lido Azar o seu! e Como quase namorei Robert Pattinson dela e gostado, então, esperei demais para ter Cabeças de ferro em mãos!

Pena que não gostei. Essa foi uma leitura beeeeem decepcionante!

Malu é uma jovem de 20 anos, que acaba de entrar para a Universidade dos Cabeças de Ferro, ou seja, só para CDFs, superconcorrida!

Era para ela ter entrado no semestre anterior, porém, resolveu passar um tempo na casa da tia nos EUA, e com isso, agora teria que passar pelo trote - já que tirou o 1º lugar, e quem o organizou é o Artur, que tirou o 1º lugar também no vestibular anterior, e seu arqui-inimigo de infância.

Porém, ao invés de o Artur jogar uma gosma horrenda nela, ele joga na Mariana, que ficou em 2º lugar, causando uma reação na menina quase matando-a.

Nicolas, o melhor amigo de Malu, que também estava lá para cuidar dela, corre para ajudar Mariana junto com Artur, e assim os três passam a ser as únicas testemunhas desse crime.

Essa mistura que seria jogado pelo trote na Malu, tem ácido agressílico, causando grandes transtornos na vítima, e incriminando Artur como principalmente suspeito, mesmo ele jurando não ter nada a ver com aquilo.

Esse é plot da trama mesmo. Nisso, Artur e Malu começam a investigar quem pode ter colocado o ácido naquela mistura e porque queriam matar a Malu, já que era pra ter sido jogado nela.

Malu e Nicolas começam um namoro e aqui também começa a minha decepção com a trama.

Porque passam quase as totais 300 páginas do livro só na pegação! 
Gente, eu sei que new adult tem muito hot, mas, ai pelamor, o tempo todo! Muito chato e sem contar, que rolava um clima entre a Malu e o Artur e mesmo assim ela foi ficando com o Nicolas só porque ele era muito bom e prestativo com ela. AFFFFS!

Sobre a investigação achei bem lenta e sem muitos perigos pro Artur e pra Malu, até que quando começamos a descobrir quem são os verdadeiros culpados, gente, achei uó. Eu não imaginava mesmo que era quem foi. Teve muitaaaaaa falsidade envolvida.

O Artur até que gostei, achei ele estouradão e sincero. A Malu eu detestei! Chata, mimizenta, enjoada e sem graça. E o Nicolas é um amor, pena que foi tão desvalorizado.

Sinceramente não gostei. Faltou mais ação, mais informações e personagens melhores trabalhados.



Essa é a segunda resenha de Fevereiro do Desafio Literário Livreando 2019.
Da opção: um new adult.
Saiba mais sobre o Desafio do querido blog Livreando, CLICANDO AQUI!

Beijinhos,
Ana M.